Nossas armaduras... (Autobiografia de S. Inácio)

Ele atingiu meu coração par sempre...
Você conhece a história do “Cavaleiro preso na armadura”? O dito cavaleiro, na fábula de R. Fischer, vivia sempre em busca do seu verdadeiro “eu”, mas não encontrava a felicidade, por estar sempre preso em sua velha e enferrujada armadura, usada cotidianamente para se defender.

Todos nos revestimos de algum tipo de máscara ou armadura que nos protegem dos ataques dos outros. Conheço pessoas que têm na ponta da língua respostas ferinas, que machucam mais do que punhais e usam gestos excludentes, que congelam como a morte. E se dizem cristãos!

Palavras “benditas” trazem comunhão e vida, mas as palavras “mal-ditas” ocasionam divisão e morte.

Ínhigo de Loyola (1491-1556), na sua juventude, vivia armado, sempre pronto para atacar ou se defender. Certamente ele estava mais preso aos seus medos e preconceitos do que livre, para se aproximar dos outros e ajudá-los. Como é possível viver o Evangelho empunhando tantas armas? Como ser discípulo de Jesus, Príncipe da Paz, ferindo tantas pessoas?

Você já tomou consciência do “armamento” que guarda na sua mente e no seu coração? Peça a graça de viver sem armas nem armaduras, para ser pacífico e pacificador.

Como é bom encontrar gente de paz pelo nosso caminho! Essas pessoas são importantes e inesquecíveis.

Uma pergunta: Quais as "armas" que você utiliza para agredir?

2 comentários:

  1. Bons habitos, manter, quando necessario, inovar. Domingo a opcao e' inovar. Impressionante a forc,a da formac,ao de habitos. Sao estes que dizem quem somos. Escrever. Um otimo habito. Mas nao confunda com a expressao e' o habito que faz o monge...

    ResponderExcluir
  2. Obrigada pelas reflexões que nos levam olhar para nós mesmos.Que possamos daí tirar critérios de vida fraterna. Paz e Bem para todos nós.

    ResponderExcluir