10/SET: Bem-aventurado Francisco Gárate sj (1857-1929)...

Fez silenciosamente bem sua obrigação...

Francisco Garate nasceu à sombra e a poucos metros da Casa-Torre de Loyola, e entrou no noviciado da Companhia de Jesus, como irmão jesuíta, quando tinha 17 anos de idade.

Francisco viveu sua vocação quase sempre trabalhando na Universidade de Deusto/Bilbao, como recepcionista, enfermeiro e sacristão... O importante não foi tanto o que fez, mas como o fazia! Perfeito servidor, amável com todos, discreto e carinhoso na obra de Deus! Sua profunda vida interior se manifestava sempre em gesto de serviço gratuito aos outros.

O Irmão Gárate, como era conhecido, foi sempre um homem honrado, trabalhador incansável e um cristão fiel… Grande nas coisas pequenas é a lição que este religioso nos deixou. Ele foi mais do que um homem devoto e cumpridor das suas obrigações; ele era a síntese entre a natureza humana e a graça divina. Natureza humana levada à plenitude pela graça divina!

E morreu como viveu, sem fazer barulho.

Foi beatificado pelo Papa João Paulo II, em 1985.

Irmão Gárate, roga a Deus para que sejamos mais simples e solidários!

Uma pergunta: Você é discreto e profundo no que faz?

4 comentários:

  1. ao transformar nosssa vida em gestos cotidianos de amor, onde estejamos, e tudo fazendo por amor a Cristo presente nos irmãos e a eles se dpuvida não estamos longe do Reino.

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  2. Esta é a santidade das pequenas coisas. Muitos querem fazer uma grande obra, mas poucos se preocupam em cuidar de sua casa com carinho, em lavar os pratos de uma refeição como Maria fez em sua casa em Nazaré... Acredito nesta santidade e encontro pessoas assim. Quero muito ser assim. LUIZA

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  3. Talvez eu nunca tenha essa dom de ser discreto... Mais se eu quero uma coisa, eu posso e eu consigo! Vou sempre a fundo e com objetividade em meus projetos de vida. Não sou de desistir, mas de persistir. Nunca fui discreto, mas gosto de tocar no fundo da alma de quem vê acontecer, tudo o que faço.

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  4. O irmão Gárate aprendeu a solidariedade com seus pais, que abrigavam mendicantes nas noites frias do povoado basco. Gárate ia até a parte da casa onde os pobrezinhos eram instalados para levar-lhes comida e cobertas.

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