Bendita seja tua pureza 
e eternamente o seja, 
pois todo um Deus se recreia 
em tão graciosa beleza. 
A ti, celestial Princesa, 
Virgem Sagrada Maria, 
te ofereço neste dia 
alma, vida e coração. 
Olha-me com compaixão, 
não me deixes, Mãe minha.
Amém!
Esta é a voz daquele que grita no deserto... (Lc 3,4)

Em um mundo barulhento não é fácil prestar atenção às vozes carregadas de vida. O excesso de problemas petrifica, por vezes, a nossa própria interioridade. Hoje, o Advento nos apresenta o estímulo da voz de João Batista que apela a modificar nossas prioridades, e ouvir a voz dos que buscam um outro estilo de vida colocando as pessoas acima de tudo.

Essa foi a missão do profeta João proclamando mudança e abertura à novidade d’Aquele que está chegando A voz de João grita no deserto, e ressoa em nosso próprio interior, destravando consciências silenciadas por uma cultura interesseira. Como João Batista, expressemos nossa voz para com os que pensam, creem e amam diferente.Voz e vida clamam.

Ouvir a voz de João nos sensibiliza a escutar outras vozes carregadas de vida. Às vezes, nos acomodamos a viver em bolhas, onde raramente entram vozes que nos comovem de verdade.

Há lamentos infindos, não tão escondidos, e que deixamos de escutar porque se chegássemos a ouvi-los, nos deixariam profundamente impactados e deprimidos. São vozes claras, rotundas, honestas, vozes dos excluídos, pobres e famintos, vítimas de preconceito, homens e mulheres que sofrem a intolerância e a indiferença.

Às vezes, essas vozes nos conduzem a um dilema: para quê escutá-las se não podemos fazer nada? Para que tornar a vida mais amarga? O desafio é ampliar dentro de nós um espaço no qual outras vozes possam ressoar, recordando-nos que ainda há muito por fazer para continuar construindo o Reino de Deus, onde todo ser humano possa viver com sua dignidade asseguradaViver é uma arte que precisamos praticar,e a fraternidade um desafio cotidiano.

O Advento contém muitas possibilidades: pode gerar variadas combinações e sinergias. Advento é como um calidoscópio que combina uma infinidade de vozes e cores. As vozes dos diferentes encontram seu espaço, se identificam e potenciam na relação mútua. Encontramos unidade na diversidade.

Preparai o caminho do Senhor. Como abrir caminhos para encontrar Aquele que vem? Deus chegará por caminhos bem diferentes dos que estamos acostumados a percorrer. Precisamos construir caminhos novos e mais planos de acolhida, solidariedade e partilha. Deus não pode entrar na história através de caminhos que desembocam em corações carregados de ódio, indiferença, fanatismo e de preconceito para com tantas vítimas de poderes que desumanizam.


Os personagens políticos e religiosos nomeados (Pilatos, Herodes, Anás, Caifás...), apesar de seus poderes e intrigas, não conseguiram extinguir a esperança que a voz profética de João clamava, a partir da periferia.

Advento, é tempo de resistência.




Todos estamos a serviço da transmissão da fé. O Papa Francisco pede-nos para rezar nesta intenção em dezembro. Para transmitir a fé é preciso ESCUTAR!
O Papa convida-nos a escutar. Quem quiser partilhar sua fé com a palavra, tem que escutar muito.
Imitemos o estilo de Jesus, que se adaptava às pessoas que tinha diante d'Ele para aproximá-las do amor de Deus.
Rezemos para que as pessoas comprometidas com o serviço da transmissão da fé encontrem uma linguagem adaptada aos nossos dias em diálogo com a cultura, em diálogo com o coração das pessoas e sobretudo escutando muito.

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Santos mártires Sérgio e Baco...

Dias atrás o Papa Francisco chamou a atenção dos bispos para não admitir homossexuais ativos ou com tendências profundamente arraigadas nos Seminários. Teria sido melhor dizer que pessoas que não guardam  castidade, sejam homo ou héteros, não são aptas para a vida consagrada ou ministério ordenado. Pelo menos enquanto a Igreja exigir o celibato para as pessoas ordenadas. 

O Papa Francisco parece ter julgado a homossexualidade como um comportamento suspeitoso, e quase delictivo. Onde está aquele Francisco que um dia disse, com o aplauso de todos: Se um gay busca a Deus quem sou eu para julgá-lo? É estranho que agora separe os varões entre uns e outros, entre homo e heterossexuais. E a lente de aumento colocada sobre tudo nos primeiros! Não são só os varões homossexuais que cometem delitos contra o voto de castidade. 

Não é a orientação sexual que define uma pessoa, mas o que faz ou não faz com a sua humanidade. É irrelevante ser hétero ou homossexual, mas o importante é ser fiel à palavra dada e colocar-se a serviço dos outros. Na vida religiosa ou no ministério ordenado ambos estão obrigados ao celibato. A pedofilia é um delito, e isso depende não da orientação sexual, mas da integração do próprio lado sombrio.

Disse o Papa Francisco: A questão da homossexualidade é muito seria. Devemos discernir adequadamente desde o início, e ser exigentes. Em nossas sociedades parece que a homossexualidade está de moda e essa mentalidade também influi na vida da Igreja.

Estas conclusões são perigosas pois daria ocasião a uma caça às bruxas, ou pensar que ser homossexual é uma desgraça e uma aberração da natureza. Graças a Deus, faz tempo que já não pensamos mais assim. 

As normas para entrar na vida religiosa ou sacerdotal são as mesmas para os homossexuais e os heterossexuais. Ambos têm obrigações semelhantes. Não podemos discriminar ninguém pela sua orientação sexual. Isso não é humano nem cristão.  

E você o que pensa sobre esse assunto?



O horizonte da pastoral familiar diocesana seja sempre mais amplo, assumindo o estilo próprio do Evangelho, encontrando e acolhendo também aqueles jovens que escolhem conviver sem se casar. É preciso testemunhar a eles a beleza do matrimônio! (Papa Francisco) 

O matrimônio não é somente um evento ‘social’, mas um verdadeiro Sacramento que comporta uma preparação adequada e uma celebração consciente... Foi o que disse o Papa a párocos, diáconos permanentes, casais e agentes da pastoral da família. A família é considerada Igreja doméstica e santuário da vida.

A Exortação apostólica Amoris laetitia (sobre o amor na família), coloca no centro a urgência de um caminho sério de preparação para o matrimônio cristão, que não se reduza a poucos encontros.

A preparação para o matrimônio é um tempo de graça, em que o casal encontra-se particularmente disponível a ouvir o Evangelho, a acolher Jesus como mestre de vida.

Aos que se encontram em crise é necessário ajudá-los a reavivar a fé e a redescobrir a graça do Sacramento; e, em certos casos – a ser avaliado com retidão e liberdade interior –, oferecer indicações apropriadas para iniciar um processo de nulidade.

Aqueles que se deram conta do fato que a união deles não é um verdadeiro matrimônio sacramental e querem sair desta situação, possam encontrar nos bispos, nos sacerdotes e nos agentes pastorais o auxílio necessário, que se expressa não somente na comunicação de normas jurídicas, mas, em primeiro lugar, numa atitude de escuta e de compreensão.

A esse propósito, o Papa acrescentou que a normativa sobre o novo processo matrimonial constitui um instrumento válido, que requer ser aplicado concretamente e indistintamente por todos, em todos os níveis eclesiais. Muitos Bispos e Vigários judiciais acolheram prontamente e aplicaram o novo processo matrimonial, para o conforto da paz das consciências, sobretudo dos mais pobres e distantes das nossas comunidades eclesiais.

O horizonte da pastoral familiar diocesana seja sempre mais amplo, assumindo o estilo próprio do Evangelho, encontrando e acolhendo também aqueles jovens que escolhem conviver sem se casar. É preciso testemunhar também a eles a beleza do matrimônio.



Hummm. 

Vamos nos aproximando...



Loyola, Barcelona, Montserrat, Manresa, Terra Santa, Alcalá, Salamanca, Paris, Veneza, Roma...

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