O melhor jogador de futebol o croata Luka Modric (*1985), compartiu orgulhoso fotos da Primeira Comunhão do seu filho mais velho Ivano, realizada no dia 27/MAI.

O jogador do Real Madrid e da deleção croata está casado com a bonita Vanja Bosnic, e tem 3 filhos: Ivano, Ema e Sofia. 

Modric está no Real Madri desde  2012, com o qual ganhou 4 Champions League.

Enquanto nosso Neymar, de fama mundial, dá um péssimo exemplo de vida se liando com prostitutas, outro valoriza a família e a fé católica.

Acorda Neymar!




  



Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade...(Jo 16,13)

Uma das expressões mais constantes nos discursos do Papa Francisco é o apelo a viver a“cultura do encontro”, inspirado na comunhão intra-trinitária:Vivei a mística do encontro: a capacidade de ouviratentamente as pessoas; a capacidade de procurar juntoso caminho, o método, deixando-vos iluminar pelo relacionamento de amor que se verifica entre as três Pessoas divinas e tomando-o como modelo de toda a relação interpessoal.

Na contemplação da Encarnação dos Exercícios Espirituais,S. Inácio nos convida a imaginar a Trindade que olha “a grande extensão e a curvatura do mundo”, de tal maneira que nada fica de fora do seu amor misericordioso.

O que aconteceu no mistério da Encarnação? A decisão da “humanização” de Jesus brota das entranhas do Deus-amor: ver e considerar as Três Pessoas divinas...ODeus Uno e Trino não é nosso rival, mas amigo; Ele não é o juiz distante, mas o Deusfonte de nossa liberdade...

ATrindade olhanosso mundo fragmentado, vendo as diversidades em conflito, exclusão, divisão e morte... E nas profundezas dessas situações negativas está presente o Filho de Deus “novamente encarnado”(EE 109).

O mais importante nesta festa da Ss. Trindade seria purificar nossa idéia do Deus-Comunhão-de-Pessoasque Jesus nos transmitiu. Para fazer uma verdadeira experiência de Deus, precisamos olhar para dentro de si mesmo(Espírito), olhar os outros(Filho) e olhar o transcendente (Pai).
Jesus abriu o caminho que conduz ao Pai e nos legou seu Espírito Santo.Deus origem, princípio, e fonte de tudo (Pai); Deus que se faz um de nós (Filho);e Deus que se identifica com cada um de nós (Espírito).

S. Agostinho sintetizou assim esse mistério trinitário: “Aqui temos três coisas: o Amante, o Amado e o Amor”;um Pai Amante, um Filho amado e o vínculo que os mantém unidos, o Espírito de Amor. 

A festado Deus-Trindadeé significativo para o contexto atual de desencontros, rupturas e divisões. Para quem crêna Trindade, os vínculos decomunicaçãoe a partilha são significativos; quem se deixa habitarpela Trindade acolhe a diversidade e nos compromete com a vida e não com a cultura de morte.

Deus dos encontrossuscita práticas de diálogo e de reciprocidade no amor, na acolhida e na diversidade como riqueza. Na contemplação do Pai, do Filho e do Espírito, aprende-se a amar, a relacionar-se, a sentir-se família com todos

Portanto, a contemplação do mistério do Deus Trindadeativa em nós uma maneira comunitária de ser e deestar no mundo.Trindadenos expande e lança em direção à humanidade, e nos capacita para sermos “contemplativos nos encontros”. A Trindade-Comunhãotorna-nos mais “encarnados”na realidade e comprometidoscom os mais pobres, sofridos e excluídos.

Desde o princípio, fomos criados para a comunhão;somos seres comunitários.Fomos criados“à imagem e semelhança”do Deus Trindade,comunhão de Pessoas (Pai-Filho-Espírito Santo).Quanto mais unidos mais nos parecemos com aTrindade.

Construir a cultura do encontropassa pelo esforço e aprendizado de sair de si para entrar em relação com a diversidade.Ante um mundo global, diverso, multicultural, qualquer tentativa de homogeneização e uniformidade está fadada ao fracasso. A riqueza está na diversidade que nos convida ao amor. 

Ouça o Pe. Bruno Franguelli, Vice-reitor do Santuário Nacional de Anchieta, falando sobre a vida do São José de Anchieta... Um papo inteligente e gostoso de ouvir...   

Para ouvir a fala do Pe. Bruno falando sobre Anchieta CLIQUE AQUI
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Solução AQUI



No dia 13/JUN, o Papa Francisco recebeu em audiência mais de 100 Representantes Pontifícios, dois quais 98 Núncios Apostólicos. O encontro de 3 dias tem momentos de espiritualidade e sessões de trabalho sobre atualidade eclesial, de colaboração internacional e diálogo inter-religioso.

O Papa encontrou os Núncios apostólicos no Vaticano e, compartilhou com eles alguns preceitos para a missão pontifícia. O decálogo proposto serve para todos nós: 

1 - O Núncio é homem de Deus. Segue “Deus em tudo e para tudo”, vivendo pelas coisas de Deus e não por aquelas do mundo. O Núncio precisa saber caminhar com humildade, praticar a justiça e manter o coração aberto aos menos favorecidos da sociedade.
“O homem de Deus não ludibria e nem engana o seu próximo; não cede a fofocas e boatos; conserva a mente e o coração puros, preservando olhos e ouvidos da sujeira do mundo. Não se deixa enganar pelos valores mundanos, mas olha para a Palavra de Deus para julgar o que for apropriado e bom. O homem de Deus procura seriamente ser ‘santo e irrepreensível diante dele’ (Ef 1,4). ”

2 – O Núncio é homem de Igreja. O Núncio representa o Sucessor de Pedro e “o rosto, os ensinamentos e as posições da Igreja”. Não pode tratar mal os seus colaboradores:
É feio ver um Núncio em busca de luxo, roupas e objetos ‘de marca’entre pessoas que não tem o necessário. É um contra testemunho. A maior honra para um homem de Igreja é aquela de ser ‘servo de todos’. […] Ser homem de Igreja quer dizer defender corajosamente a Igreja diante das forças do mal que sempre tentam desacreditá-la, difamá-la ou caluniá-la. ”

3 - O Núncio é homem de zelo apostólico. O zelo apostólico “nos protege do câncer da desilusão” e da tentação de cair na  indiferença dos cálculos políticos e diplomáticos. O Papa citou a São Maximiliano Kolbe, quando escreveu sobre a propagação do “indiferentismo”, uma doença quase epidêmica que vai se espalhando de várias formas, não só na generalidade dos fiéis, mas também entre os membros dos institutos religiosos.

4 – O Núncio é homem de reconciliação. Mediação, comunhão, diálogo e reconciliação deveriam fazer parte da sua missão.
“Se um Núncio se fechasse na Nunciatura e evitasse de encontrar as pessoas, trairia a sua missão e, ao invés de ser fator de comunhão e de reconciliação, se tornaria obstáculo e impedimento. Vocês representam o rosto da catolicidade e a universalidade da Igreja nas igrejas locais espalhadas em todo o mundo.

5 – O Núncio é homem do Papa. O Núncio não representa si próprio, mas o Sucessor de Pedro e, assim, concretiza, atua e simboliza a presença do Papa entre os fiéis e as populações.
Um bom Núncio precisa ter uma vida de nômade, viver com a mala pronta para ser enviado nas comunidades onde o Papa não consegue chegar. 
É incompatível ser Representante Pontifício com o criticar o Papa por trás, ter blogs ou até mesmo se unir-se a grupos hostis a Ele, à Cúria e à Igreja de Roma...

6 – O Núncio é homem de iniciativa. É uma pessoa que segue Jesus e os Apóstolos, sabe ensinar aos outros como se aproximar da realidade para não ser pego de surpresa pelas tempestades da vida.
O Núncio precisa adotar uma conduta adequada às exigências do momento, sem jamais cair na rigidez mental, espiritual e humana. Não se trata de ser oportunistas, mas de saber como passar do conceito à implementação, tendo em mente o bem comum e a lealdade ao mandato.

7 – O Núncio é homem de obediência. A virtude da obediência é inseparável da liberdade, e a obediência a Deus não se separa da obediência à Igreja e aos Superiores. Seguir o estilo de vida de Jesus de Nazaré.
“Um Núncio que não vive a virtude da obediência – mesmo quando é difícil e contrário à própria visão pessoal – é como um viajante que perde a bússola, arriscando, assim, de falhar com o objetivo. Recordemos sempre o ditado ‘Medice, cura te ipsum’. É contratestemunho chamar à obediência e desobedecer.

8 – O Núncio é homem de oração. A familiaridade com Jesus Cristo, deve ser alimento diário de um Representante Pontifício:
A primeira tarefa de cada bispo é de se dedicar à oração e ao ministério da palavra. Sem a oração nos tornamos simples funcionários, sempre descontentes e frustrados. A vida de oração é aquela luz que ilumina todo o resto e toda a obra do Núncio e da sua missão.

9 – O Núncio é homem de caridade ativa. Tocar com as mãos a carne de Cristo, os pobres, as pessoas mais frágeis, a inteira família humana. Não basta se limitar às atividades práticas e inerentes ao Representante Pontifício, mas fazer render a missão com obras de caridade para ser realmente um pai e um pastor.
“A caridade ativa deve nos levar a sermos prudentes ao aceitar os presentes que são oferecidos para obscurecer a nossa objetividade e, em alguns casos, infelizmente comprar a nossa liberdade. Nenhum presente de qualquer valor deve nos escravizar! Recusem os presentes muito caros e, muitas vezes, inúteis, ou enviem à caridade. E recordem que receber um presente caro não justifica nunca o seu uso. 

10 – O Núncio é homem de humildade. O Núncio, homem de humildade que deve ser pedida e vivida. Oração do card. Merry del Val (1865-1930), indica o caminho cristão da humildade e do amor.






Na tarde desta quarta-feira, dia 12/JUN,
 em Itaici, Indaiatuba (SP), os bispos do Estado de São Paulo elegeram a nova presidência da CNBB-Sul 1, para o quadriênio 2019-2023. D. Pedro Luiz Stringhini, bispo diocesano de Mogi das Cruzes (SP), foi reeleito presidente do Regional Sul 1 e, como vice-presidente, o bispo diocesano de Guarulhos (SP), D. Edmilson Amador Caetano. Ambos no segundo mandato.

Para a função de secretário, o episcopado paulista elegeu D. Luiz Carlos Dias, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. Até o mês de agosto, a nova presidência deve escolher os bispos e assessores para as oito Comissões Episcopais Pastorais.

Ficamos felizes em colocar a nossa casa a serviço dos bispos do nosso Regional.

Rezemos e apoiemos...




Passaram-se alguns meses e o Documento sobre a fraternidade humanaassinado no dia 4/FEV/2019 pelo Papa Francisco e o xeque Ahmad al-Tayyeb, ainda não foi bem digerido por todos nós.

O testo foi olhado com desconfiança e lente de aumento pelos teólogos mais críticos e escrupulosos da ortodoxia católica. Outros, porém, o acolheram com entusiasmo por encontrar nele pontos de referimento para uma convivência mundial fraterna e responsável.

Alguns textos semelhantes foram firmados no passado, mas agora quem assinou não foram os delegados, mas o próprio Papa Francisco e o líder máximo dos sunitas da universidade islâmica al-Azhar do Cairo/Egito. 

Anos atrás, o Papa Francisco recebera o líder palestino Maḥmūd Abbās e o então presidente de Israel Shimon Peres, nos jardins do Vaticano. Era o domingo de Pentecostes do ano de 2014. E o Papa recordava a responsabilidade que os políticos tinham de acabar com a espiral de violência e de ódio entre países, religiões e pessoas. Isso só poderia ser feito se tivéssemos o outro como irmão, pois todos somos filhos do mesmo Pai.

O documento de Abu Dabi versa realmente sobre a Fraternidade humana, rejeita a violência contra todo ser humano, e aposta por uma convivência pacífica na nossa casa comum. O futuro está nas nossas mãos, e depende do dialogo, conhecimento mútuo e colaboração fraterna. 

A Declaração de Abu Dhabi, contudo, gerou algumas polêmicas quando afirma que “o pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos”.

Nada que objetar quanto a cor, sexo, raça e língua, mas dizer que Deus quer também a diversidade religiosa é uma tese nova e potencialmente problemática para os mais escrupulosos. 
 E você o que pensa?