Em toda essa região há uma crise sócio-ambiental agravada pelo rompimento da barragem da mineradora que matou o Rio Doce. A praga dos mosquitos transmissores provavelmente tem a ver com o desastre acontecido.

E você o que pensa?



Em toda a região do Leste de Minas Gerais há uma crise sócio-ambiental agravada pelo rompimento da barragem da mineradora que matou o Rio Doce. A praga dos mosquitos transmissores provavelmente tem a ver com o desastre acontecido.

E você o que pensa? 


No centro da Igreja não está a lei, mas o amor de Deus (Papa Francisco). É o poder do Evangelho que sempre tentamos engaiolar nos padrões tranquilizadores da mesmice, como fizeram os escribas e fariseus no tempo de Jesus. 

Sempre foi feito assim! O que isso significa? É a lei que muda? Não! A lei está a serviço da pessoa e esta a serviço de Deus e dos outros. Aquele “sempre foi feito assim” indica um coração fechado para as inspirações do Espírito Santo.

Não é fácil caminhar na Lei do Senhor “sem cair na rigidez. A Lei não é feita para nos tornar escravos, mas para ser livres, como filhos no Filho. O risco dos rígidos é cair na soberba, e considerar os outros como de segunda categoria. Deus é misericórdia, ternura, bondade e mansidão... com todos!

O Espírito Santo impele a Igreja a olhar para frente. E isso a partir do primeiro Concílio da história, o de Jerusalém (ano 51), onde os apóstolos decidiram não impor a Lei Mosaica aos pagãos convertidos. Quanto mais legalistas mais superficiais e falsos.

Este é o caminho da Igreja. Pensemos no Vaticano II, e as resistências que teve. O caminho da Igreja é reunir, unir, ouvir, discutir, rezar e decidir. É a sinodalidade funcionando, na qual se expressa a comunhão fraterna. O Espírito Santo nos une na riqueza das nossas diversidades.

O diabo procura destruir a Igreja através das divisões ideológicas. Divisões e guerras não permitem o crescimento do Reino de Deus. As divisões focalizam apenas uma parte, não o todo.

Na Igreja poliédrica cabemos todos, pois o amor é a nossa lei.

E você o que pensa sobre a Igreja? 

Uma mãe extremamente religiosa descobre que o filho é gay. Com a ajuda de Deus e de seus líderes religiosos ela o força a tornar-se heterossexual. Por razões óbvias, nada do que ela faz funciona e, pressionado demais, o jovem se mata. Esse é o enredo do longa "Orações para Bobby", baseado em fatos reais. A história se repete em uma família aqui e outra acolá.
A relação entre pais e filhos LGBT é um assunto delicado. "Eles [meus pais] puderam perceber através da minha conduta que isso era apenas um detalhe da minha personalidade. Eles entenderam que o filho deles podia ser uma boa pessoa, honesto, bom caráter, bom filho, bom amigo, mesmo sendo gay". Os pais precisam amar os seus filhos como eles são e não lhes complicar mais a vida.
A revelação, muitas vezes, resulta em nova violência. Prefiro filho drogado do que viado, antes puta do que sapatão, sai dessa casa e só volta quando virar homem... Como se quisessem corrigir, algo natural, e incorrigível. Os pais tem que acolher seguros os filhos diferentes.
Poucos dias atrás, um moço com mais de 30 anos me dizia que sua casa virou um inferno quando ele contou sua realidade homo-afetivaA homofobia humilha, tortura e mata. Meu filho gay é um dom de Deus para todos nós! 
Eu também acredito nisso, disse confiante àquela mãe..




O Dia Mundial do Migrante e do Refugiado é uma boa oportunidade para “lembrar aos distraídos” que esta realidade dramática existe.
Este dia é necessário e deve ser assinalado com maior ênfase nos países onde as pessoas andam mais ‘distraídas’ e ocupadas com coisas secundárias.
O Dia Mundial do Migrante e Refugiado foca, este ano, a realidade dos “migrantes menores de idade, vulneráveis e sem voz”. São tantos e tantas que precisam de ajuda!
A vulnerabilidade das crianças que nas movimentações e fugas se perdem das famílias que hoje são o foco eleito do nosso apelo. Os menores refugiados precisam de mais ajuda.
Em Lesbos, no campo de refugiados, alguém assistiu ao desespero de um pai e de uma mãe, porque na trajetória do barco uma parte da sua família desembarcou erradamente numa ilha, a meio do caminho. A burocracia e a dificuldade de reunir esta família em terreno seguro é inimaginável.
O Serviço Jesuíta aos Refugiados atua em diversas regiões com refugiados, também em Sharia/Curdistão e desenvolve um projeto para os 'yazidis', investindo na sua “ocupação” e “formação”.
O contato com as populações, ouvindo cada pessoa é um drama interminável.
Hoje lembramos, rezamos e apoiamos todos os que foram forçados a sair um dia da sua terra. 


E voltando-se para a mulher disse a Simão: Vês esta mulher?” (Lc 7, 44)

Muitas mulheres seguiam e serviam Jesus. Nesta passagem de Lucas, Jesus rompe com as convenções sociais e permite que uma mulher, considerada pecadora, chore aos seus pés e os enxugue com os seus cabelos, beijando-os e ungindo-os com óleo perfumado.

Simão o fariseu, anfitrião daquele jantar, fica surpreendido. Jesus diz-lhe: “Vês esta mulher?... O olhar de Simão julga e condena. O de Jesus acolhe e perdoa.

Jesus nos ensinará a não julgar, mas a incluir. Jesus não é moralista. Coloca no centro a pessoa, com suas lágrimas e história doída, e não a lei. O fariseu moralista olha o passado e vê só transgressões; Jesus vê o presente, e o muito amor que ela tem. O moralista vê os erros cometidos; Jesus o coração arrependido.

No centro da cena evangélica não está o moralista e piedoso Simão, mas a mulher pecadora. Jesus dá lugar aos excluídos, aos últimos. Se lhe perguntassem hoje: tu vês esta mulher? O que você responderia?

Muitas mulheres seguiam e serviam Jesus. Ele era soberanamente livre diante do gênero de uma pessoa. Jesus não pensa por categorias ou estereótipos sociais. 

E eu creio que o Espírito Santo distribui seus dons indistintamente, sem olhar para o gênero das pessoas. Pena que o nosso machismo deixa muitas vezes de lado a metade da população humana!

E você, é muito moralista?



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NB. Você pode iniciar os Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola, via EAD na RS21, e começar este caminho interior. 

Entre na próxima turma!