Na véspera de São Pedro, 28/JUN, o Papa Francisco nomeia cinco novos cardeais da Igreja de Roma, oriundos de países pequenos e de igrejas novas.
Eis os seus nomes:
Jean Zerbo (*1943), arcebispo de Bamako, capital da República de Mali (Africa Ocidental). País de maioria muçulmana.
Gregorio Rosa Chavez (*1942), bispo auxiliar de San Salvador, capital de El Salvador (Centro América).
Anders Arborelius, OCD, (*1949), bispo de Estocolmo, capital da Suécia. Maioria luterana.
Louis-Marie Ling Mangkhanekhoun (*1944), Vicario apostólico de Laos. Maioria budista.
Juan José Omella (* 1946), Arcebispo de Barcelona (Espanha). Maioria católica.

O que isto significa para todos nós?


O que essa fotografia tem a ver com você?

Os santos enfrentaram os seus demônios...
Na Igreja há diversas espiritualidades nascidas de experiências ‘fortes e significativas’ de algumas pessoas que consideramos santas. Santas, mas sempre humanas e sujeitas às instâncias inconscientes do Id ou do Superego.

Estas espiritualidades nascidas de experiências profundas se situam num desses princípios psíquicos que nos habitam e o revelam. Uma curiosidade, assim como o Id rejeita instintivamente o Superego e este aquele, quem vive um tipo de espiritualidade enraizada numa dessas duas forças do inconsciente exclui sistemática e instintivamente a outra dimensão. Isso é curioso e alarmante, pois facilmente rejeitamos os outros não por razões, mas por emoções!

Assim como há pessoas que vivem a partir de suas dimensões inconscientes e condicionadas (Id e Superego), também há espiritualidades que se situam inconscientemente numa dessas formas. No fundo, nossas crenças parecem ser mais um jogo de seduções emocionais do que de convicções religiosas.

As diversas espiritualidades tiveram (ou tem!) sua origem numa pessoa e época determinadas. Essas pessoas, como todos nós, experimentaram inconscientemente as forças do Id e do Superego, projetando-as nas suas propostas espirituais. Essas pessoas se expressaram mais numa dessas instâncias profundas insconscientes e marcaram, desse modo, a sua espiritualidade. Assim, podemos dizer que há espiritualidades com suas raizes mais no Id, e outras no Ego ou no Superego. E isso se revela espontaneamente nas expressões religiosas de cada uma dessas espiritualidades.

Se percebemos com clareza as realidades profundas e significativas manifestadas numa pessoa, também sentimos e percebemos quando as espiritualidade propostas se situam mais numa ou noutra dimensão do inconsciente. Vamos ao assunto:

a) Espiritualidades inspiradas mais no Id. Se o Id compreende os instintos e os seus impulsos, os desejos e a afetividade, podemos situar aqui aquelas espiritualidades que se destacam principalmente por suas expressões afetivas e laços de pertença ancestral e emocional. Expressam, sobretudo, formas primitivas e externas de religiosidade, fraternidade universal e simplicidade de vida. Estas espiritualidades são inicialmente atrativas, pois mexem inconscientemente com as expressões do imenso mundo do Id.

Estas espiritualidades enraizadas no Id podem ser tachadas de afetivas e alienantes e os seus membros de ingênuos e primários. Suas expressões religiosas carregam uma forte dose de sensualidade implicita, são volúveis e inconstantes quando não recebem as compensações emocionais esperadas. Quem vive “religiosamente” enraizado no Id sente necessidade de comandos claros e regras minuciosas dos seus superiores (Superego), para não ser engulido de vez pela voracidade e as forças do próprio Id.
   
b) Espiritualidades inspiradas mais no Superego. Há espiritualidades com raízes no Superego. Elas dão segurança institucional aos seus membros inseguros, pois destacam fortemente o que pensar e como agir. Elas são fortemente absorventes, como a figura do pai; fundamentalistas, legalistas, elitistas e conservadoras. Seguem normas externas como expressão clara de uma pertença.

Alguns movimentos novos eclesiais tem com referencias antigas formas de vestir e viver que nada tem a ver com o tempo nem com as pessoas que convivem. São formas alienadas e alienantes na sua prepotência e manipulação.

c) Espiritualidades inspiradas mais no Ego. O Ego tem em conta os conteúdos do Id e não se deixa manipular pelo Superego. Há, pois, espiritualidades que surgiram (e surgem!) enraizadas nesta dimensão mais consciente e livre da pessoa.

Estas espiritualidades, como acontece também com o Ego, são malvistas e até apontadas negativamente pelos que seguem o Superego, acusadas de libertárias e desobedientes por tratar os seus seguidores como pessoas adultas. Estas espiritualidades são solidárias e ecumênicas, coisa que as outras (Id e Superego) não o conseguem, por se preocupar apenas com as próprias satisfações ou com as normas a seguidas, que tem pouco a ver com a lei da caridade fraterna. As espiritualidades baseadas no Ego não acusam nem condenam as outras; apenas vivem e se colocam a serviço. 

Não impomos a própria fé, nem moral, nem costumes... apenas propomos! Como disse o Papa Francisco: A Igreja não cresce por proselitismo, mas por atração...

As espiritualidades baseadas no Ego se destacam pelo serviço aos necessitados e o compromisso sócio-político e não tanto com a compensação das suas próprias necessidades. Parcerias fraternas com outros grupos, melhorias sociais e o uso da razão “crítica” diante da fé ingênua ou politizada de muitos, são algumas das suas características. Estas espiritualidades são integrais e integradoras.

Com a compreensão tripartite popularizada pela psicanálise, podemos examinar melhor a nossa pratica espiritual e ver se ela é verdadeiramente integral e integradora ou apenas expressa o pior do nosso inconsciente. As espiritualidades baseadas fundamentalmente no Ego são capazes de proporcionar uma “experiência de Deus” não identificável com a negatividade “poderosa” do inconsciente, posicionando-se como abertas ao novo, sem perder por isso a sua identidade. Esta “fidelidade criativa”, livres e ao mesmo tempo em comunhão humana e eclesial, é a única opção possível para não sermos ingenuamente hedonistas ou estupidamente fanáticos.

O temperamento nos situa espontaneamente de uma forma (positiva ou negativa) diante da vida e da religião, por isso só quando experimentamos um “plus”, um “algo a mais” nos pensamentos, palavras e ações percebemos a presença do divino no nosso temperamento.

O inconsciente não é Deus, mas pode deixá-Lo transparecer na sua positividade e gratuidade.

Uma pergunta: Como descobrir Deus na vida?
        

Desde o início de seu ministério, à frente da Igreja de Roma, como sucessor de Pedro e, portanto, como nosso Papa, Francisco tem chamado a nossa atenção para o que realmente importa na vida da Igreja: os pobres e sofredores! Em sua primeira visita oficial à Ilha de Lampedusa, na Itália, aonde morreram milhares de refugiados, o Papa direcionava o olhar da Igreja e do mundo para os "descartáveis" desta sociedade, que sofrem com a ideologia do Mercado, na qual o lucro vale mais do que as pessoas. Depois nos convidou a mover nossos pés missionários em sua direção, com um coração repleto do amor misericordioso de Deus Pai.
Foi bem esta a preocupação que reinou na Igreja primitiva, quando Paulo foi ter com as autoridades da Igreja de Jerusalém (Pedro, Tiago e João), para manter a unidade das Igrejas e assegurar que os pagãos não precisassem aderir ao judaísmo para serem cristãos: "Apenas recomendaram que nos lembrássemos dos pobres o que, aliás, eu mesmo propusera fazer com todo o cuidado..." (Gl 2,10). Essa preocupação fundamental dos apóstolos e da Igreja primitiva está fundamentada na obra de Jesus e se torna expressão de fidelidade da própria Igreja. Como nos lembrava o Papa Bento XVI, em Aparecida, ela faz parte de nossa identidade e de nossa fé em Jesus Cristo!
Se perdemos o essencial em nossa vida eclesial e na missão que nos incumbe realizar como Igreja, que é o Reino de Deus e a sua justiça, acabamos inventando uma série de acessórios, e a nossa vida e ministério acabam girando em torno do que é secundário e supérfluo. Vamos nos "mundanizando" atrás de aparências religiosas. E o povo acaba se infantilizando e se tornando cada vez mais objeto da ação da Igreja, como era no passado; isso quando ainda ficam na Igreja...
Aliás, fala-se de três desgraças atuais: "a teologia do pano, a liturgia da fumaça e a pastoral dos prodígios". Há um verdadeiro vislumbre de certos padres pelos paramentos litúrgicos mais repletos possíveis de rendas, bordados e babados. Nas exposições de materiais litúrgicos, durante os encontros de presbíteros, o que mais chama a atenção não são os livros, mas as vestes! A liturgia se transformou em um ritualismo onde tudo está determinado por normas e regras, desconhecidas dos comuns dos mortais. Os gestos litúrgicos ficam engessados e robotizados, voltando aos costumes antigos dos braços abertos que não devem ultrapassar os ombros e das mãos que precisam estar rigorosamente unidas. E, consequentemente, a pastoral se reduz a atender as demandas das necessidades subjetivas, impulsionando os devocionalismos, as missas de curas e libertação, as novenas das mãos ensanguentadas...
Eu costumo afirmar que alguns padres se parecem com o menino que já nasce velho no filme "O curioso caso de Benjamin Button". Nascem envelhecidos e com enormes cataratas que lhes impedem de ver a realidade do mundo e, em particular, da vida dos pobres! E, sinceramente, eu me pergunto se um dia eles irão rejuvenescer e abrir os olhos à realidade do mundo e, em particular, a dos pobres?
Olhar de frente esta realidade, com o coração do Bom Pastor das ovelhas e com a alma missionária dos apóstolos, nos ajudará a reconhecer o que realmente importa e sem perder tempo com os penduricalhos e acessórios acumulados pelo tempo.
Perguntemo-nos com sinceridade: o que realmente constrói o reinado de Deus e estabelece a sua justiça entre nós?


A evolução parece ser a teoria mais sensata para explicar a origem do ser humano na terra...


O Papa Francisco criticou a interpretação das pessoas que leem o Gênesis de um modo fundamentalista, dizendo que a Teoria da Evolução e o Big Bang são ambos reais (27/OUT/2014). A criação do mundo não é obra do caos, mas deriva de um princípio supremo que cria por amor.

"O Big Bang (explosão ocorrida há cerca de 13,8 bilhões de anos e que deu origem à expansão do Universo) não contradiz a intervenção criadora, mas a exige", disse o Papa Francisco.

A evolução tem um princípio e um fim e vai do mais simples até o mais complexo. Ninguém fica fora desse processo. Todos, queiramos ou não, caminhamos para o ponto Ômega, aquele ponto final de maior beleza e perfeição. Seria uma insensatez ficar fora dessa caminhada. É verdade que alguns desorientados (sem oriente!) se perdem nesse processo e outros, desnorteados (sem norte!), só conseguem avançar depois de muitos tombos.

Lembremos: No princípio foi a matéria e depois a vida brotando dela. Esse salto qualitativo demorou milhões de anos a ser dado. Mais tarde, misteriosamente, da vida emergiu a consciência, o ser humano com suas visões diferenciadas do mundo, à medida que ele evoluía. Primeiro foram os caçadores e recolhedoras de frutos; eles tinham uma consciência arcaica e primitiva. Isso aconteceu 1 milhão de anos atrás, e ficaram quase 500.000 anos nessa etapa. Depois, surgiram os hortícolas (trabalhavam a terra com um pau ou uma enxada de pedra). Estes tinham um grau melhor de consciência e liberdade, embora ainda fosse mágica e primitiva. Com o passar dos séculos surgiu o homem agrário usando o arado e até animais grandes domesticados. Estes tinham uma consciência mítica. Este passar da enxada para o arado foi um passo gigantesco da humanidade e isto aconteceu apenas 6.000 anos atrás. Por fim, chegamos ao ser humano industrial, com uma consciência diferente e mais evoluída, a racional. Por fim, nos nossos dias, surge o ser informático com uma consciência existencial muito maior e complexa. O que virá depois? Eu imagino que seja a o homem místico com sua visão contemplativa e holística...

A pós-modernidade rejeitou os paradigmas de consciência mais antigos e obsoletos e começa a se apoiar no novo que controlamos. Não é que as visões anteriores fossem erradas, mas eram incompletas e as novas parecem melhores e mais inclusivas. Em todo esse processo evolutivo algo fica claro: o “ser humano” pensa, sente e observa seu processo evolutivo de modo diferente. Não é o mundo que nos configura; somos nós que o configuramos e lhe damos significado.

Nesse processo de conscientização valorizamos a liberdade, como um dos valores máximos do ser humano. Mas, sabemos que os nossos condicionamentos internos (DNA) e externos (culturais) são mais fortes do que sentimos e imaginamos. Contudo, queiramos ou não, sempre seremos atraídos “magneticamente” pelo futuro e o ponto final da evolução.

E você, o que acha desse processo?




É preciso que Ele cresça e que eu diminua... (Jo 3,20). Eis um bom programa de vida. Ser pessoa, ser gente e buscar relacionamentos humanos, onde o próximo seja o mais importante. "Primeiro JESUS, depois o outro, em terceiro lugar eu... dizia-me um jovem de uma comunidade de base.

Ninguém chega a essa opção sem um caminho evangélico a ser percorrido. Nossas opções sempre têm um antes e um depois. As consequências não podem ser imprevisíveis! Existem opções condicionadas que não amadurecem nem constroem e, quando concretizadas, deixam um gosto de desgosto. Outras, pelo contrário, gratificam o próprio coração e o de todos. 

A mãe de João era uma mulher religiosa. IsabelZacarias levavam uma vida irrepreensível e obedeciam a Deus em tudo (Lc 1,6). Pertenciam a uma classe social elevada e, como costuma acontecer, Zacarias não acreditava muito que Deus pudesse realizar coisas diferentes na sua vida. Isabel carregava silenciosamente uma cruz: era estéril e, nesse acontecer, ambos já eram idosos. 

Mas, para Deus nada é impossível. Isabel terá um filho: Será um grande homem diante de Deus e cheio do Espírito Santo, dizia-lhes uma voz interior. Todos temos esta dupla missão: ser para Deus e para os outros, mas nem todos a cumprimos. João será fiel a essa sua vocação!

No meio dessa família tradicionalmente religiosa, mas sem grande abertura para o poder do Senhor,  João nasce e cresce com um sentimento religioso profundo. Já no seio de sua mãe, pula de alegria ao escutar a voz de Maria. E na hora do parto, todos se perguntavam sobre o futuro do filho de Isabel: O que será deste menino?... E o menino cresceu e ficou forte no corpo e no espírito! 

Anos mais tarde, João abandonará sua casa e irá ao deserto, para purificar sua afetividade e se encantar com Deus. Alguns exegetas dizem que ele virou essênio, numa comunidade ao lado do mar Morto. Lá teria passado sua juventude, até que um dia saiu a pregar... Sua palavra era austera e forte, como sua crença. E nos lugares por onde os viajantes passavam, nos vaus do rio Jordão, inicia sua pregação. E sempre convidava todos à conversão.

João foi um arauto de Deus. Quando o povo lhe perguntava: Que devemos fazer?... ele prontamente respondia: Quem tiver duas camisas deve dar uma a quem não tem. E quem tiver comida deve repartir com aquele que não tem... Esta nova pregação aumentava as esperanças do povo! Mas, para outros diminuiam, pois eram confrontados e chamados de jararacas e cobras venenosas. Muitos se empolgavam com esta pregação! E lhe perguntavam: Quem é você?... E João, com voz de trovão, respondia: Eu vim para que ele, Jesus, seja conhecido!  

João Batista mostrava Jesus aos seus melhores discípulos: Eis o homem de Deus! E eles, imediatamente, seguiam a Jesus... Este homem colocou seus melhores discípulos no seguimento de Jesus.

O rei Herodes admirava João, mas este não se deixava seduzir pelo poder real e acusou publicamente os delitos do rei: É proibido ficar com a mulher do seu irmão! Herodes mandou calar a boca deste profeta, cortando-lhe a cabeça. 

Jesus fez o melhor elogio de João: Jamais surgiu, entre os nascidos de mulher, alguém maior do que ele! 

João respondeu ao chamado de Deus deixando de lado muitas veleidades. O mundo precisa de outras pessoas assim!

Uma pergunta: O que Deus quer de você?


“Vede, eu vos envio como ovelhas para o meio dos lobos...” (Mt 10,16)



Os conflitos são constantes no caminho da fidelidade ao Evangelho: conflitos externos que surgem a partir da presença inspiradora e provocativa dos(as) seguidores(as) de Jesus; conflitos internos que afloram quando a mensagem evangélica ressoa na interioridade de cada um, desvelando seus contraditórios impulsos, tendências, dinamismos, forças...

O ser humano vive tencionado entre dois polos: entre luz e escuridão, céu e terra, fragmentação e unidade, espírito e instinto, solidão e vida comum, medo e desejo, amor e ódio, razão e sentimento, sagrado e profano, enfim, entre a animalidade e a humanidade.

Não é um combate entre o bem e o mal; nem uma leitura moralista da assim chamadas “tentações”. O combate dualístico provoca puritanismo, farisaísmo, legalismo, voluntarismo esvaziando a pessoa de toda densidade humana.

Qual dos dois dinamismos alimentamos?

Só quando dizemos sim a esta tensão básica de nossa vida é que conseguimos superar a divisão interna.

Viver uma “vida segundo o Espírito” significa chegar à compreensão e integração das polarizações internas, dos dinamismos opostos, dos movimentos contraditórios que nos mantêm “despertos” e que dão calor e sabor à nossa existência.

É próprio do Espírito reunir, integrar, conciliar, pacificar, conduzir-nos a um “lugar interior”, a um centro de calma, onde tudo encontra seu espaço.

A atitude fundamental é a de deixar-nos conduzir pelos impulsos do Espírito.

Como integrar, pacificar, harmonizar os “conflitos interiores”, para que o seguimento de Jesus Cristo não termine num combate espiritual que gasta toda a nossa adrenalina? Sob o impulso do Espírito, somos convidados a conhecer, nomear e integrar os ‘animais’ interiores que nos habitam. E caminhar pacificamente com eles.

Cada um deles simboliza instintos, paixões, fragilidades, limitações que, quando não pacificados, criam uma desarmonia interior. Somos como um grande “arca de Noé”, e carregamos os animais atávicos, com seus instintos selvagens e primitivos. Às vezes soltamos o veneno de uma ‘cobra’, ou agredimos como uma ‘onça’, rugimos como um ‘leão’ ou atacamos como um ‘cão’ feroz... Outras vezes, ruminamos sem parar rancores e mágoas do passado. É preciso pacificar nossos animais interiores, para que não nos destruam.

Os animais domesticados não temorizam, mas nos ajudam e fazem a vida mais prazerosa.

Quando nossas energias interiores são ordenadas, elas são fonte interior de sabedoria e de desfrute humano e espiritual.


Há pessoas que vivem em continua tensão e temor interna e externa. O pavor paralisa. 

Deus nos quer pacificados e criativos.