As estrelas brilham sem o saber...

Hoje lembramos a santidade e o martírio de oito jesuítas franceses, padres e irmãos, missionários entre os indígenas iroqueses do Canadá. Provavelmente essa foi a missão mais difícil que a Companhia de Jesus realizou na sua história.

A região dos Grandes Lagos, entre Estados Unidos e o Canadá, era habitada por indígenas muito violentos. No século XVI britânicos e franceses iniciaram a colonização do Canadá; uns foram para o Noroeste; outros para Sudeste. Contudo, os índios Iroqueses não aceitaram essa situação e se colocaram em guerra contra os Hurons, que estavam acolhendo os jesuítas franceses...

Os jesuítas resolveram ficar, mesmo sabendo do perigo que corriam. O filme “Hábito negro”, 1991, conta esta odisseia. Martirizaram seis sacerdotes e dois irmãos jesuítas que viviam com os iroqueses: Ir. Renato Goupil (+16420; o Pe. Isaac Jogues e o Ir. João de La Loude (+1647); o Pe. Carlos Daniel (+1648) e os PP. João de Brébeuf, Gabriel Lalement, Carlos Carnier e Natal Chabanel (+1649). Todos foram torturados barbaramente...

João de Brébeuf
 nasceu, como todos os outros, na França e entrou para a Companhia de Jesus aos 24 anos de idade. Pouco depois foi para o Canadá, pois conhecia a língua e os costumes dos índios Algonquinos. Escreveu uma gramática da língua deles, e também livros catequéticos.

O Pe. João viveu pobremente no meio dos Hurons e, só depois de 6 anos de trabalho intenso, conseguiu batizar o primeiro indígena. Em 1642 os ferozes índios Iroqueses iniciaram a invasão das terras Hurons e da missão; amarraram o padre jesuíta e o torturaram barbaramente: abriram-lhe o peito e até comeram o seu coração...

Como aconteceu com os primeiros cristãos que, ao serem perseguidos se dispersaram levando junto sua fé em Jesus, assim aconteceu com os indígenas Hurons cristãos que sobreviveram; se espalharam levando com eles a fé cristã, até os dias de hoje...

Nossos mártires foram canonizados pelo Papa Pio XI, em 1930: Quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas quem perder a sua vida por amor de mim e pelo Evangelho, há de salvá-la...

Mártires do Canadá rogai a Deus para que a fraternidade aconteça entre as nações e as religiões!

Como é o seu seguimento de Jesus?


Para ver o filme `Hábito negro´ CLIQUE AQUI


Todos estão comprometidos...

Nos últimos dias correram rumores na NET sobre o estado de saúde do Papa emérito Bento XVI (1927). Contudo, logo o Vaticano se precipitou em desmentir a notícia, e dizer que o estado da saúde deste homem de 90 anos era "estável".

O que sabemos é que o irmão de Bento XVI o visitou nesta última semana acentuando ainda mais os tais rumores, e de que de fato teria piorado.

Rezemos por ele...




Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas há sinais de que ela teria sido violentada e assassinada ao redor de uma cabana...

Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida. 

A Cabana (The Shack) é um livro do escritor canadense W. P. Young, lançado em 2007 nos Estados Unidos, e chegou ao Brasil um ano depois... Até então já tinha vendido mais de 18 milhões de livros.

O livro aborda a questão recorrente da existência do mal através da história de Mack, um homem que vive sob o peso de ter sua filha Missy, de seis anos, raptada durante um acampamento de fim de semana. 

Vivendo desde então sob a "A Grande Tristeza", Mack, três anos e meio depois do episódio, recebe um misterioso bilhete supostamente escrito por Deus, convidando-o para uma visita a essa mesma cabana. Ali, Mack terá um encontro inusitado com Deus, de quem tentará obter resposta para a inevitável pergunta:"Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar nosso sofrimento?".

E uma pergunta: Onde está Deus quando sofremos?

Eu gostei do livro e também do filme... E você?






Boa semana...



O Papa Francisco disse: Atendendo o desejo de algumas Conferências Episcopais da América Latina, assim como ouvindo a voz de muitos pastores e fiéis de várias partes do mundo, decidi convocar uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-amazônica. O Sínodo será em Roma, em outubro de 2019. O objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão de capital importância para nosso planeta.

Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”.

Há vários meses, tem-se cogitado a realização de um encontro do Papa no Vaticano com os bispos de toda a região (9 países compõem a Pan-Amazônia) para avaliar os desafios e buscar respostas comuns para seus mais de 30 milhões de habitantes.

Em MAI/2017, o Cardeal Cláudio Hummes, Presidente da REPAM (Rede Eclesial Pan-amazônica), ressaltou a importância do aspecto missionário e evangelizador naquela região, e da questão ecológica (importância da floresta Amazônica e a destruição, degradação, desmatamento que está sofrendo).

Alguns pensam que neste Sínodo possam discutir e aprovar a ordenação de homens casados para servir aquela região tão carente de clero.

Políticos interessados pela exploração e extração de minérios e de madeira, não devem ter gostado nada desta proposta, e farão o possível para boicotá-la e desacreditá-la...

E você o que pensa?


A Igreja tem 35 novos Santos, e entre eles, 30 brasileiros. O Papa Francisco canonizou, domingo dia 15/OUT, os 30 mártires de Cunhaú e Uruaçu, martirizados em 1645 no Rio Grande do Norte. Também foram canonizados 3 jovens, Protomártires do México (primeiros mártires do continente americano), um sacerdote espanhol Faustino Míguez, fundador do Instituto Calasanzio, Filhas da Divina Pastora, e o Frade Capuchinho italiano Angelo d’Acri.
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Após ser cantado o Veni Creator, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, pediu ao Santo Padre para que se procedesse à canonização dos Beatos, com a leitura de seus nomes.

A seguir, foi lida uma breve biografia dos novos Santos e entoada a Ladainha de todos os Santos, pedindo que por meio da Virgem Maria e de todos os Santos seja sustentado o ato que está para ser cumprido. Por fim, o Santo Padre leu a fórmula de canonização.

Se se perde o amor de vista, “a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a serem respeitadas sem um porquê”.

O Reino de Deus é comparável a uma Festa de Núpcias. Nós, “somos os amados, os convidados” para estas núpcias, mas “o convite pode ser recusado”.
O protagonista da festa de núpcias “é o filho do rei, o noivo, no qual facilmente se vislumbra Jesus”. Na parábola, não se fala da noiva, mas de muitos convidados, desejados e esperados: são aqueles que trazem as vestes nupciais. O Senhor quer uma verdadeira comunhão de vida conosco, uma relação feita de diálogo, confiança e amor.

O Papa alerta para o perigo “de uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta”. Somos chamados a reavivar a memória do primeiro amor.

Mas este convite pode ser recusado. O Evangelho relata que muitos convidados disseram não, pois estavam presos aos próprios interesses, ao seu campo, ao seu negócio... Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade.


As vestes indispensáveis dos convidados. Não basta responder ao convite dizendo sim e basta, mas é preciso vestir o hábito do amor vivido cada dia, como os mártires que hoje foram canonizados...

Somos uma igreja madura de discípulos e testemunhas...