Dia 22/SET (sábado). 7h30 saída para Vilnius, capital da Lituânia;11h30 cerimônia de Boas-vindas; 12h10: Visita de cortesia à presidente Dalia Grybauskaite, no Palácio presidencial, e encontro com o Corpo diplomático e outras autoridades. Às16h30: Visita ao Santuário Mater Misericordiae; 17h30: Encontro com jovens, e às 18h40: Visita à Catedral.

Dia 23/SET (domingo). 10h00: Missa para o povo em Kaunas, 12h00: Angelus; 12h30: Almoço com os bispos na Cúria; 15h00: Visita à catedral de Kaunas, onde encontrará sacerdotes, religiosos/as e seminaristas; 16h00: Visita ao Museu da ocupação (russa) e breve oração ao Monumento às Vitimas do Ghetto. 
A Lituânia, 3 milhões de hab., sempre foi um país de maioria católica.

24/SET (segunda-feira)7h20: Papa Francisco viaja a Letônia, onde chega às 8h20. Às 8h50: Cerimônia de Boas-vindas no Palácio Presidencial de Riga. 9h30: encontro com autoridades e corpo diplomático. Às 10h10: Papa Francisco deposita flores no Monumento à Liberdade; 10h40: Oração ecumênica na Catedral luterana (séc. XII). 11h50: Visita à Catedral católica; 12h30: Almoço com os bispos na Casa Arquidiocesana. 14h30: em helicóptero ao Santuário da Mãe de Deus de Aglona; 16h30 missa.
A Letônia, 2,3 milhões de hab., é um país de maioria luterana.

25/SET (Terça-feira): 8h30: Saída para Tallin, capital da Estônia. 9h50: Cerimônia de Boas-vindas; 10h30: Visita à Presidente no Palácio presidencial. 11h50: Encontro ecumênico com os jovens na Igreja Luterana; 13h00: Almoço no Convento das religiosas Brígidas; 15h15 Encontro na catedral; 16h30: Missa na Praça da Liberdade; 18h30: Despedida no aeroporto. 18h45: Saída para Roma.
A Estônia, 1,5 milhões de hab., é de maioria agnóstica. 

Rezemos e acompanhemos...



Nápoles é de São Januário. Ao anunciar a liquefação do sangue do patrono de Nápoles, o cardeal Sepe e o prefeito da cidade ficaram tranquilos. Napoles terá um ano tranquilo, pois de novo se repetiu o “milagre de São Januário”: a liquefação do seu sangue.

Como de costume, o cardeal tirou a ampola, mostrando-a aos fiéis.

O fenômeno da liquefação ocorre três vezes ao ano: 1º no sábado precedente ao primeiro domingo de maio; em 19/SET, dia de São Januário; em16/DEZ. 

Sempre se segue o mesmo rito: após a missa, o arcebispo de Nápoles agita a ampola, fazendo uma série de movimentos bastante bruscos, transmitidos pela tradição. Depois de um tempo, a substância contida no recipiente começa a mostrar as propriedades de um líquido, sinal de bom augúrio. 

São Januário - padroeiro de Nápoles - é um santo muito antigo, que viveu no século III depois de Cristo e tornou-se bispo numa época em que as perseguições aos cristãos eram frequentes. Preso por causa de suas atividades de proselitismo, foi levado ao anfiteatro de Pozzuoli para ser comido pelas feras, mas os animais curvaram-se milagrosamente diante dele. Os juízes então o condenaram à decapitação. 

O sangue de São Januário contido na ampola teria sido coletado por algumas mulheres devotas. A dissolução do sangue foi chamada de "fato prodigioso", mas não de milagre

A relíquia e o resto do tesouro de São Januário são geridos pela Deputação da Capela do Tesouro de São Januário, do qual fazem parte, além do prefeito de Nápoles, os descendentes de todas as principais famílias nobres napolitanas.

Nápoles é de São Januário, porque o santo a escolheu, a protegeu, e a amou.

Você pode não acreditar, mas deve sim respeitar...

  

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: 
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?

O diretor respondeu:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde, e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma com que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi - disse o visitante. - Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior do que o copo e a colher...
- Não - respondeu o diretor. - Uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?

KKK...

Vivemos tempos confusos e difusos, líquidos e até gasosos. As fatos acontecem, se sucedem e se atropelam e não temos nem tempo para digeri-los. Tensões, discussões, brigas nos acompanham  desde o início da humanidade, Caim e Abel que o digam; a fraternidade não é fácil.
A novidade nestes últimos acontecimentos intra eclesiais, tal vez seja a globalização da briga e da confusão. Francisco acaba de dizer que o grande acusador, o espírito do mal, anda solto e persegue nossos bispos. Isso nos lembra que todos precisamos deixar-nos conduzir pelo Evangelho
Pecados, limitações, acusações surgem frequentemente nos meios de comunicação e nos deixam pasmos e atordoados. Cardeais rebeldes [Walter Bransdmüller (+), Raymond Burke, Carlo Cafarra (+), Joaquim Meisner (+)] contra Francisco? Dossier McCarrick (*1930), arcebispo emérito de Washington? Arcebispo e ex-nuncio nos USA: Viganò? Bispos chilenos? Padres de Pensilvânia, Irlanda, etc?...

Os problemas e acusações evocados não me parecem buscar o bem da comunidade cristã. Não é colocando m.... no ventilador que se solucionam os problemas! Não é suficiente acusar e  dividir, mas superar as tensões e crescer na verdade e no amor. Se alguém teve um ofício achegado a informações pessoais reservadas não tem o direito de violar ou dipor ao seu bem-querer o que não lhe pertence. Isso, além de injusto, não é profissional nem ético. 
Não é positivo para ninguém, nem mesmo para os próprios acusadores, essa `operação´ organizada e suicida  para difundir o lado negativo da Igreja e dos seus pastores. Como um xiita furioso, alguém joga uma bomba na comunidade cristã e não está nem aí para sua explosão e consequências desastrosas seguidas.

Para mim está claro: O Espírito Santo une, e o espírito de porco desune! Escolhamos o que queremos ser...




Não se anuncia o Evangelho estando sentado, mas pondo-se em caminho... (Papa Francisco)

Não sejam carreiristas, nem ambiciosos: apascentem o rebanho de Deus não como patrões das pessoas a vocês confiadas, mas fazendo-se modelos do rebanho”. 

O discurso do Papa (8/SET/2018) foi dedicado à identidade e missão do bispo. “Interrogamo-nos sobre a nossa identidade de pastores para ter mais consciência desta, mesmo sabendo que não existe um modelo-padrão idêntico em todos os lugares... graças à efusão do Espírito Santo, o bispo é configurado a Cristo Pastor e Sacerdote. É chamado a ter os lineamentos do Bom Pastor e a tomar para si o coração do sacerdócio, ou seja, a oferta da vida”.

O pastor “não vive para si, mas está voltado a dar a vida pelas ovelhas, em particular, as mais vulneráveis e em perigo... Peço-lhes que tenham especialmente gestos e palavras de conforto por aqueles que experimentam marginalidade e degradação; mais do que os outros, estes precisam perceber a predileção do Senhor, de quem vocês são as mãos solícitas”.

Quem é o bispo? Gostaria de expor com vocês três traços essenciais: é homem de oração, do anúncio e da comunhão.

Homem de oração. O bispo é sucessor dos Apóstolos e, como os Apóstolos, é chamado por Jesus a estar com Ele. Ali encontra a sua força e a sua confiança. Diante do tabernáculo aprende a entregar-se e a confiar no Senhor. Assim amadurece n’ele a consciência de que também de noite, quando dorme, em meio ao cansaço e suor no campo que cultiva, a semente amadurece.

É fácil levar uma cruz no peito, mas o Senhor nos pede para levar uma cruz muito mais pesada nas costas e no coração: pede-nos para partilhar a sua cruz.

Homem do anúncio. Sucessor dos Apóstolos, o bispo recebe como próprio o mandato que Jesus deu a eles: ‘Ide e anunciai o Evangelho’. O Evangelho não se anuncia estando sentado, mas pondo-se em caminho. O bispo não vive em escritório, como um administrador empresarial, mas no meio do povo, pelas estradas do mundo, como Jesus. Leva o seu Senhor onde não é conhecido, onde é desfigurado e perseguido.

Qual é o estilo do anúncio? Testemunhar com humildade o amor de Deus, justamente como fez Jesus, que por amor se humilhou. O anúncio do Evangelho sofre as tentações do poder, da satisfação, do retorno de imagem, do mundanismo. Há sempre o risco de cuidar mais da forma do que da substância, de transformar-se mais em atores do que em testemunhas, de atenuar a Palavra de salvação propondo um Evangelho sem Jesus crucificado e ressuscitado.”

Homem da comunhão. O bispo não pode ter todos os dons, o conjunto dos carismas, mas é chamado a ter o carisma do conjunto, ou seja, a manter unidos, a cimentar a comunhão. A Igreja precisa de união, não de solistas fora do coro ou de condutores de batalhas pessoais. O Pastor reúne: bispo para seus fiéis, é cristão com seus fiéis. Não faz notícia nos jornais, não busca o consenso do mundo, não tem interesse em tutelar o seu bom nome, mas ama tecer a comunhão envolvendo-se em primeira pessoa e agindo com mansuetude. Não sofre de falta de protagonismo, mas vive radicado no território, rejeitando a tentação de ausentar-se frequentemente da Diocese e foge da busca de glórias para si.

O Papa exortou os bispos a fugirem do clericalismo, muito comum em numerosas comunidades nas quais se verificaram comportamentos de abuso sexual, de poder e de consciência. 

E pediu que os bispos tenham a peito particularmente algumas realidades: as famílias, os seminários, os jovens e os pobres.



 “Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galiléia... (Mc 7,31)

Imagem constante no evangelho de Marcos: Jesus é um itinerante; rompe espaços geográficos-culturais-religiosos e transita com muita liberdade pelo território pagão. Nesse deslocamento, trazem um surdo-mudo e pedem a Jesus que lhe imponha as mãos. 

Parece lógico que alguém tivesse que atuar para conduzir o surdo-mudo até Jesus, e fosse “tocado”; aqui aparece a força do contato. 

Sabemos pouco da riqueza de nosso contato. O contato cura. Nas enfermidades muitos buscam o contato. O contato nos envia sempre para dentro, e não é somente o contato da pele, mas o que põe em marcha para nosso interior. O contato nos faz despertar. Existe a idade da palavra, a do ouvido, a do olhar..., mas neste momento Jesus se detém no contato. O caminho do contato é o mais profundo nos encontros humanos. A mão é fonte e canal de energia curativa. 
O Mestre separa o surdo-mudo da multidão e lhe confere uma atenção especial. É nesse encontro que a confiança cresce para que a boca e os ouvidos se abram. 

O processo da cura do surdo-mudo é descrito em cinco passos1º Coloca os dedos nos ouvidos do surdo; 2º Toca a língua do mudo; 3º Eleva os olhos ao céu; 4º Suspira; 5º e ordena: “Efatá”, “abre-te”. Abre-te à tua identidade, e destrava o teu interior.

Jesus realiza uma série de gestos que demonstram proximidade: tocou o corpo do homem, olhou para o céu, exprimiu sua comunhão com o Pai, e suspirou como sinal de participação profunda no acontecimento. 

Jesus destrava os sentidos do pobre homem excluído e o capacita para integrar-se na convivência social. Agora nada mais o limita.

Com todos os órgão e sentidos do seu corpo mobilizados, ele insere-se na comunidade que ouve a Deus e proclama que Ele é o único Senhor. Desaparecem as causas que lhe impediam optar com liberdade.

Nessa nobre missão de ajudar os outros a “dar à luz” o melhor deles mesmos, Jesus foi um sábio “parteiro”: ajudar para que a vida possa emergir como dom. Jesus se dedica ao surdo-mudo de forma carinhosa, como uma mãe: Ele toca a língua do mudo com sua saliva. 

É sugestiva a imagem de ser “parteiro da vida”, ou seja, saber favorecer o nascimento de cada um, em sua verdade mais profunda, em todas as suas possibilidades. Colaborar com Deus Pai/Mãe ajudando cada pessoa a ser o que pode e está chamada a ser.

“Ativar e expandir vida” foi a paixão que mobilizou todo o ministério de Jesus. Ele desejava que todos tivessem vida e vida em plenitude pondo mais amor onde havia maior necessidade. 

“Efatá”: “abre-te”. O ser humano, mesmo sendo pura abertura e amplitude sem limites, tende a fechar-se. A palavra de Jesus é um convite firme a sair de qualquer identificação redutora: “abre-te”, não te mantenhas fechado na crença de uma identidade isolada.

O surdo-mudo necessitava abrir os ouvidos e soltar a língua, mas todos nós temos necessidade de abrir alguma outra dimensão bloqueada de nossa pessoa. Como nas “sete moradas” de S. Teresa D’Ávila, diferentes portas se sucedem. Cada porta aberta nos coloca diante de outra nova “porta”, que clama para ser também aberta.

E, nesse percurso interior, vamos tendo acesso a espaços cada vez mais originais e inspiradores, até chegar finalmente a nos reconhecer na Divina Morada, nossa verdadeira identidade. 



A festa da Natividade da Virgem Santa Maria tem sua origem em meados do século V, na cidade de Jerusalém. Há, junto às ruínas da Piscina Probática, a igreja de santa Ana, construída sobre uma casa onde, segundo a tradição, seria a de Joaquim e Ana.
Se o nascimento duma criança é saudado sempre com júbilo, o de Maria foi imensamente mais, porque é como o clarão da madrugada que anuncia o nascer do Sol divino, do Redentor, que iluminará todas as nações.
Maria, clarão da alvorada da Redenção. O Senhor manteve acesa a luz desta esperança, pelos Patriarcas e Profetas, na vida do Povo de Deus. Com a Natividade de Maria, chegou a hora de Deus e as maravilhas começaram a acontecer.

Maria, a maior bênção de Deus, depois de Jesus. Depois de Jesus, que se torna membro da família humana, pelo mistério da Redenção, Nossa Senhora é a maior bênção de Deus para todos nós. Maria não concebeu o Filho pelo concurso de um homem, mas pelo poder do espírito Santo.
É isso que hoje celebramos com grande alegria!

Para ouvir Maria Bethânia sobre os títulos de 
Nossa Senhora CLIQUE AQUI