· Minha mãe me ensinou sobre genética: Você é igualzinho ao seu pai

· Minha mãe me ensinou sobre minhas raízes: Tá pensando que nasceu de família rica?

· Minha mãe me ensinou sobre a sabedoria da idade: Quando você tiver a minha  idade, você vai entender!

· Minha mãe me ensinou sobre a justiça: Um dia você terá seus filhos e você vai ver o que é bom!

· Minha mãe me ensinou religião: Melhor rezar para essa mancha sair do tapete!

· Minha mãe me ensinou o beijo de esquimó: Se rabiscar de novo, eu esfrego seu nariz na parede!

· Minha mãe me ensinou contorcionismo: Olha só essa orelha!... Que nojo!

· Minha mãe me ensinou determinação: Vai ficar aí sentado até comer toda a comida!

· Minha mãe me ensinou habilidades como ventríloco: Não resmungue!... Cala essa boca e me diga por que é que você fez isso? 

· Minha mãe me ensinou a ser objetivo: Eu te ajeito numa pancada só!

· Minha mãe me ensinou a escutar: Se você não abaixar o volume logo, eu vou aí e quebro esse rádio!

· Minha mãe me ensinou a ter gosto pelos estudos: Se eu for aí e você não tiver terminado essa lição, você já sabe!...

· Minha mãe me ajudou na coordenação motora: Ajunta agora esses brinquedos e pega um por um!

· Minha mãe me ensinou os números: Vou contar até dez e se esse vaso não aparecer você leva uma surra!

Obrigado mãe, você foi ótima...  e eu virei padre!

Gosto dos testemunhos de fé quando são singelos e sinceros. O treinador da equipe da Croácia Zlatko Dalic (*1966), na finalíssima da Fifa World Cup/2018, disse dias atrás que deve tudo à sua fé em Deus. Ele carrega sempre consigo um terço, e nos momentos difíceis o agarra com força dentro do seu bolso.
Ele disse que recebeu, desde pequeno, a fé de tradição católica, e a passa com carinho para seus dois filhos: Bruno e Tony
Tudo o que eu fiz na minha vida e na minha carreira profissional foi graças a minha fé e sou grato ao meu querido Deus. A Croácia se classificou para as semifinais da Copa do Mundo.
Deus não é um fetiche da sorte e ama igualmente a todos, mas certamente a fé nos ajuda a caminhar com maior confiança. 
No domingo veremos França versus Croácia. Parece um novo duelo entre o gigante Golias e o pequeno Davi. 
Eu torcerei por Davi! E você?


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a nomeação do juiz católico Brett Kavanaugh para Suprema Corte.
A eleição de um dos nove juízes que formam a Suprema Corte é uma decisão muito importante, porque o cargo é vitalício. O juiz da Corte só pode ser demitido pelo Congresso através de um impeachment ou renunciando por conta própria.
Após o anúncio, Kavanaugh fez um breve discurso destacando sua educação católica e como isso influenciou sua carreira. Do mesmo modo, disse que se sentiu “profundamente honrado” pela nomeação.
O lema do meu colégio jesuíta era ser um ‘homem para os outros’. Tentei viver esse credo, disse Kavanaugh, que se formou na Universidade Georgetown, dos jesuítas. Ele disse  que faz parte da vibrante comunidade católica na área do DC e que, embora os membros dessa comunidade discordem sobre muitas coisas, também estão unidos no compromisso de servir os demais...
Ele é voluntário servindo comida a pessoas desabrigadas, treinando o time de basquete da sua filha e dando aulas particulares em uma escola primária.
Há 40 anos, era coroinha do Pe. John Enzler, disse, mas agora sirvo a pessoas sem-teto graças à Catholic Charities.
Kavanaugh é um brilhante advogado, bom esposo, pai de duas filhas e amigo; um homem muito íntegro.
A Planned Parenthood, empresa multinacional abortista, disse: Kavanaugh não está preparado para servir na Suprema Corte, porque a sua história de extremismo com relação aos direitos reprodutivos coloca em perigo o nosso direito constitucional ao aborto...
Por outro lado, diversos líderes pró-vida expressaram suas esperanças em Brett Kavanaugh, que tem uma história na defesa das liberdades religiosas e restrições ao aborto. Esperamos que com Brett Kavanaugh, a Corte garanta o nosso primeiro direito, o direito à vida, base de todos os outros direitos humanos...

Eu fico contente com esta nomeação. E você?

“Ele percorria os povoados da região, ensinando...” (Mc 6,6)

“Adeptos do Caminho”: assim eram conhecidos os primeiros seguidores de Jesus (At 9,2), e Ele quer os seus seguidores sempre em caminho, dispostos a parar e conversar, prontos ao encontro e à solidariedade com todos os que vão e vem pela vida. 

Continuemos a percorrer nosso caminho cotidiano de uma maneira `cristificada´, sempre solidários com aqueles que se encontram às margens.

Ser itinerante significa ir ao encontro do novo e do diferente. `Sair´ é uma experiência constitutiva da natureza humana porque tem um ar transformador. A `itinerância´ permite ir além de si mesmo, e entrar em outras terras prometidas, e ir ao encontro d’Aquele que nos transcende e se revelou Peregrino.

A vida humana é caminho com um ponto de partida, trajeto e horizonte. Somos“peregrinos” neste “êxodo de nós mesmos para Deus”, no qual adentramos em terra estranha, despojados dos suportes usuais da existência, desprovidos de todo amparo que não seja o da caridade. Quem caminha calcula seu trajeto, e planeja suas paradas. Sai de sua zona de conforto, e abre-se ao inesperado, e a novos encontros.

Todo caminho é um processo de mudança pessoal, e lugar de aprendizagens. Ele nos convida a dilatar o coração e interessar-nos pela situação dos outros viandantes, pois é a ocasião, o Kairós, de ajudar e crescer. Na Igreja, os itinerantes, os peregrinos do Reino de Deus, são imprescindíveis.

Com os “itinerantes” Jesus iniciou um movimento a serviço do Reino. Ele não permaneceu parado em casa nem fundou uma instituição vinculada a um tipo de templo, sinagoga ou santuário, mas percorreu com um grupo de discípulos(as), também itinerantes, os povoados e aldeias da Galiléia, anunciando e tornando presente o Reino. Jesus os tirou de seus lugares estáveis, de suas redes, e os fez itinerantes e amigos de todos os caminhantes.

Jesus, o Homem dos Caminhos, chama para uma Vida nova. “pegada”que Ele deixa ao passar é sua própria Vida partilhada. Ele inspira toda nossa itinerância.

Jesus, o homem que se definiu, tem um sonho, um projeto (Reino). E surge diante dos outros com força pessoal capaz de sacudi-los e colocá-los em movimento.  Ele “passa” e sua presença os atrai arrancando-os da acomodação. Chamando-me me salvavas e salvando-me me chamavas!

Jesus, com seu chamado, rompe nosso estreito mundo e desperta outras possibilidades ampliando nosso horizonte de vida. 

Jesus envia seus discípulos com o necessário para caminhar: cajado, sandálias e uma túnica. Não precisam de mais nada para serem testemunhas do essencial. Jesus quer vê-los livres e sem ataduras, sempre disponíveis, sem instalar-se no bem-estar, confiando na força do Evangelho. “Chamado-resposta”implica, pois, um encontro comprometedor.

“O discípulo-missionário é um des-centrado: o centro é Jesus Cristo que convoca e envia. O discípulo é enviado para as periferias existenciais. A posição do discípulo-missionário não é a de centro, mas de periferias: vive em tensão para as periferias”(Papa Francisco)

Fronteiras geográficas e existenciaisÉ preciso sair dos limites conhecidos; sair de nossas seguranças para adentrar-nos no terreno do incerto; sair dos espaços onde nos sentimos fortes para arriscar-se a transitar por lugares novos... Haverá sempre algo diferente inesperado que poderá nos enriquecer...

periferia passa a ser terra privilegiada onde nasce o “novo”, por obra do Espírito. Ali aparece o broto original do “nunca visto”, que em sua pequenez de fermento profético torna-se um desafio ao imobilismo petrificado e um questionamento à ordem estabelecida.

Nossos pés dizem por onde andamos e o que fazemos!



Foi uma odisseia bem sucedida, após momentos de angústia profunda no seio da terra. Onze horas para percorrer o trajeto de ida e volta, até onde estão os 12 meninos e o seu treinador, presos na caverna alagada. Só para percorrer o primeiro trecho são necessárias oito horas. Caminho repleto de dificuldades. Visibilidade nula, desníveis grandes, corredores muito estreito em alguns pontos... É uma viagem exaustiva, explica Ivan Karadzic, 44 anos,  mergulhador voluntário no resgate. Mais de 1.000 pessoas participaram deste resgate!

Karadzic mergulhou nas águas da gruta poucas horas depois de que outro mergulhador morresse ao ficar sem arma viagem de retorno, após levar cilindros de oxigênio aos 13 jovens bloqueados. O trabalho árduo e complicado.

O primeiro desafio começa antes mesmo de chegar até a água. É preciso andar durante uma hora e meia por um caminho “brutal”. Está cheio de água e barro até o joelho. Há pedras, desníveis para cima e para baixo, mudanças de direção, quedas de cinco, dez metros. É muito ruim... Tanto que ao chegar à zona alagada e antes de entrar na água é preciso descansar. Parada de 45 minutos para recuperar forças...

Uma vez na água, a experiência também não é fácil. Não há nenhuma visibilidade, e a água está muito suja. Em algumas partes, os túneis se tornam muito estreitos. Em outras, a profundidade pode chegar a cinco metros. O avanço é difícil e cansativo. Um alívio chega com algumas pequenas bolsas de ar pelo caminho. A temperatura é relativamente fresca, cerca de 20 graus centígrados.

Karadzic chegou até a bifurcação do túnel, após oito horas. À frente está o ponto mais perigoso do percurso, onde a passagem desce e sobe em forma de U, e com muita dificuldade cabe uma pessoa. Até mesmo passar os cilindros de ar por ali é complicado. Os obstáculos complicam a passagem, mas não a impedem.

É “possível” retirar as crianças mergulhando. Outra alternativa é impossível. E assim foi feito.

Os meninos foram acompanhados por mergulhadores militares tailandeses. Na grande maioria do trajeto há espaço para que nadem duas pessoas juntas, e os mergulhadores puderam ir acompanhando os meninos sem problemas. 

A morte de um mergulhador foi um duro golpe para todos. Contudo, contamos com voluntários e mergulhadores fenomenais, alguns dos melhores do mundo.

E desse modo, todos foram resgatados com vida.

Uma pergunta: O que você tira de bom nesse relato?



Nos aproximamos de Deus quando nos integramos...

Para os homens não é fácil tocar o tema da sexualidade e, menos ainda, rezá-la. Nossa sexualidade virou sinônimo de pênis ereto, instrumento do macho caçador. Desde a puberdade competíamos para saber quem tinha o membro maior e, facilmente afogávamos no esquecimento o mundo dos sentimentos, para não cair na suspeita de sermos homossexuais. Associamos a sexualidade com a força, a potência e a intensidade… e gastamos muitas energias para dominar tudo isso. Mais ainda, se somos pessoas que acreditam, facilmente sofremos Deus como um inimigo da sexualidade humana, alguém mais poderoso e do qual devemos manter-nos afastados ou morrer submetidos a Ele.

Vejamos o tema da sexualidade masculina contemplando a cura de um homem,vendo Jesus recompondo as energias sexuais dele (Mc 5, 1-20).

No relato evangélico encontramosum homem desestruturado sexualmente(“impuro”), e impelido por uma força negativa, de morte (morava nos sepulcros de um cemitério). Este detalhe é mencionado até três vezes e é significativo. De esse lugar excludente provinha a força que o habitava (arrebentava as correntes e quebrava as algemas...),força que o atormentava e feria. A sexualidade é uma grande força para a Vida, mas muitos a vivem de maneira trágica, impossível de sujeitar, e que bloqueia a plenitude do que somos e estamos chamados a viver. Essa desestruturação coloca essa pessoa à margem, fora da vida da cidade.

Gerasa era, certamente, uma região de pagãos. Provavelmente também colocamos nossa sexualidade desse maneira, à margem e em terra de pagãos, e não a conversamos sobre ela com ninguém e muito menos com Deus. Facilmente cremos que Deus e a sexualidade são duas entidades irreconciliáveis.O texto de Lucas acrescenta que esse homem, além de dar gritos e se ferir com pedras, andava nu. 

Na nossa vida podem também acontecer autoagressões que ferem a alma e atormentam por longo tempo. Na dimensão sexual há culpas guardadas, recriminações e fixações que precisam ser curadas.Na área da sexualidade existem zonas que precisam ser ressuscitadas, correntes e algemas que precisam ser arrancadas. Essas culpas sexuais são como vozes que gritam e atormentam a existência de muitas pessoas. Parecem ser até uma “legião”, tal o poder e transtorno que ocasionam no nosso mundo interior e exterior. Forças poderosas e desordenadas que precisam ser pacificadas! Forças que, ao mesmo tempo, sentem-se ameaçadas pela pessoa e proposta de Jesus.

Jesus quer pessoas afetiva e sexualmente integradas.A cura desse homem “impuro” é paradigmática. Jesus não se assusta com a vivência desordenada deste homem e deixa que ele se aproxime e se prostre aos seus pés.Para integrar nossa afetividade e sexualidade precisamos entrar em contato com ela e colocá-la aos pés de Jesus. Jesus entra em diálogo com suavidade e firmeza, até que logra conhecer o nome daquela força desordenada. Dialogar, escutar a própria sexualidade é descobrir suas necessidades, aspirações e desejos.

E os “porcos” afogados no mar? É o momento de “recolocação" de novos valores e "solta” dos registros mais velhos. Provavelmente nossa sexualidade masculina está contaminada com muitos elementos caóticos, mensagens negativas e crenças limitantes da cultura machista dominante.Precisamos devolver ao inconsciente(o mar)as imagens do falo onipotente que deformam a vivência da nossa virilidade.

A sexualidade masculina que Jesus quer dar e reparar é representada por esse homem “sentado, vestido e bom de juízo”, cheio de ânimo e generosidade por seguir o Mestre: “pediu para ir em sua companhia...” É esse nosso desejo, seguir o Senhorapesar dos muitos temores e preconceitos sociais, tipificados naqueles habitantes que insistiam para que Jesus deixasse a terra deles...

Curados e integrados, seremos capazes deviver a força interior da sexualidade no seguimento de Jesus, apesar dos contratempos sociais ou culturais. Só assim será possível de algunssubirem na barca com Ele e de outros irem para a suas famílias, "para casa, junto dos teus", mas todos anunciando a boa nova do Senhor.

Uma pregunta: O que achou deste artigo?



O dono de uma granja de galinhas achou que estava na hora de revitalizar o seu galinheiro, adquirindo um galo novo, pois o galo atual, mesmo ainda em atividade já tinha bastantes anos. Comprou, então, um novo galo e o colocou no galinheiro.

Quando o galo velho viu o novo passeando pelo galinheiro, ficou preocupado.
- Estão querendo substituir-me - pensou ele. - Isso significa que estou perto da panela. Preciso fazer alguma coisa.

Aproximou-se do galo novo e lhe disse:
- De modo que você é novo no galinheiro? E certamente está pensando que é o mais forte da granja. Pois, olha! Eu ainda não estou pronto para a faca e para provar-lhe que sou mais galo que você, eu o desafio para uma corrida em volta do galinheiro. Daremos dez voltas. Quem ganhar será o rei do galinheiro.

O galo novo, achando-se mais forte que o velho, aceitou o desafio, acrescentando:
- Muito bem. Pois para que veja que o mais forte sou eu, dou-lhe meia volta de vantagem. Ainda assim ganharei facilmente.

Os dois galos prepararam-se para a grande corrida e as galinhas colocaram-se ao redor do galinheiro para animá-los. Começou a carreira, e o velho galo, depois da primeira volta conseguia manter a vantagem, mas à medida que o tempo foi passando, o galo novo começou a se aproximar.

O granjeiro, ouvindo a gritaria das galinhas, pegou a espingarda e saiu de casa pensando que algum animal tivesse entrado no galinheiro. Quando viu o galo novo correndo atrás do galo velho, fez mira com a espingarda e... pum!!!... O galo novo caiu morto no meio de uma nuvem de penas. 

O homem pegou o galo novo morto e o levou para casa. No caminho foi matutando:

- Que coisa! Já é o terceiro galo `bicha´ que compro neste mês...