Quem diria? O Papa Francisco é flagrado na fila do café, como um a mais. 
O "Vigário de Cristo" não aceitou o privilégio da prioridade e entrou na fila igual aos outros, para se servir e fazer seu desjejum. 
Rezemos pelo Sínodo nesta sua última semana. 
Nunca um acontecimento da igreja foi tão perseguido e vilipendiado por católicos da estrema direita...

E você o que pensa?






Recordando os bispos que ao término do Concílio Vaticano II, em 1965, firmaram o "Pacto por uma Igreja servidora e pobre", nas Catacumbas de Santa Domitila, participantes do Sínodo para a Amazônia e convidados voltaram ao mesmo lugar para repetir o gesto
No início da celebração que foi presidida pelo Card. Cláudio Hummes e concelebrada por vários padres sonodais, Pe. Oscar Beozzo recordou a história do Pacto e destacou a liderança de Dom Helder Câmara, Dom Leonidas Proaño e Dom Enrique Angelelli. Este Pacto pela Casa Comum foi assinado por todos os presentes(mais de 200 pessoas inclusive membros de outras igrejas) com destaque para os indígenas e as mulheres. Dom Cláudio usou a estola que foi de dom Helder Câmara e no final da celebração entregou-a a Dom Erwin Klauter como reconhecimento pela sua opção profética. Em Domitila, fazendo memória do Mártir Jesus e de todos os que pela fé n'Ele derramaram seu sangue renovamos a nossa opção pelos pobres na defesa da Casa Comum.

Confira abaixo a íntegra do Documento. 
Pacto das Catacumbas pela Casa Comum. Por uma Igreja com rosto amazônico, pobre e servidora, profética e samaritana 
Nós, participantes do Sínodo Pan-amazônico, partilhamos a alegria de habitar em meio a numerosos povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, migrantes, comunidades na periferia das cidades desse imenso território do Planeta. Com eles temos experimentado a força do Evangelho que atua nos pequenos. O encontro com esses povos nos interpela e nos convida a uma vida mais simples de partilha e gratuidade. Marcados pela escuta dos seus clamores e lágrimas, acolhemos de coração as palavras do Papa Francisco:
Muitos irmãos e irmãs na Amazônia carregam cruzes pesadas e aguardam pela consolação libertadora do Evangelho, pela carícia de amor da Igreja.
Por eles, com eles, caminhemos juntos
”.
Evocamos com gratidão aqueles bispos que, nas Catacumbas de Santa Domitila, ao término do Concílio Vaticano II, firmaram o Pacto por uma Igreja servidora e pobre. Recordamos com veneração todos os mártires membros das comunidades eclesiais de base, de pastorais e movimentos populares; lideranças indígenas, missionárias e missionários, leigas e leigos, padres e bispos, que derramaram seu sangue, por causa desta opção pelos pobres, por defender a vida e lutar pela salvaguarda da nossa Casa Comum. À gratidão por seu heroísmo unimos nossa decisão de continuar sua luta com firmeza e coragem. É um sentimento de urgência que se impõe ante as agressões que hoje devastam o território amazônico, ameaçado pela violência de um sistema econômico predatório e consumista. 
Diante da Trindade Santa, de nossas Igrejas particulares, das Igrejas da América Latina e do Caribe e daquelas que nos são solidárias na África, Ásia, Oceania, Europa e no norte do continente americano, aos pés dos apóstolos Pedro e Paulo e da multidão dos mártires de Roma, da América Latina e em especial da nossa Amazônia, em profunda comunhão com o sucessor de Pedro, invocamos o Espírito Santo, e nos comprometemos pessoal e comunitariamente com o que se segue:
1. Assumir, diante da extrema ameaça do aquecimento global e da exaustão dos recursos naturais, o compromisso de defender em nossos territórios e com nossas atitudes a floresta amazônica em pé. Dela vêm as dádivas das águas para grande parte do território sul-americano, a contribuição para o ciclo do carbono e regulação do clima global, uma incalculável biodiversidade e rica socio diversidade para a humanidade e a Terra inteira.
2. Reconhecer que não somos donos da mãe terra, mas seus filhos e filhas, formados do pó da terra (Gn 2, 7-8) , hóspedes e peregrinos (1 Pd 1, 17b e 1 Pd 2, 11) , chamados a ser seus zelosos cuidadores e cuidadoras (Gn 1, 26) . Para tanto, comprometemo-nos com uma ecologia integral, na qual tudo está interligado, o gênero humano e toda a criação porque a totalidade dos seres são filhas e filhos da terra e sobre eles paira o Espírito de Deus (Gn 1, 2).
 3. Acolher e renovar a cada dia a aliança de Deus com todo o criado: “De minha parte, vou estabelecer minha aliança convosco e com vossa descendência, com todos os seres vivos que estão convosco, aves, animais domésticos e selvagens, enfim, com todos os animais da terra que convosco saíram da arca (Gn 9, 9-10 e Gn 9, 12-17).
4. Renovar em nossas igrejas a opção preferencial pelos pobres, em especial pelos povos originários, e junto com eles garantir o direito de serem protagonistas na sociedade e na Igreja. Ajudá-los a preservar suas terras, culturas, línguas, histórias, identidades e espiritualidades. Crescer na consciência de que estas devem ser respeitadas local e globalmente e, consequentemente favorecer, por todos os meios ao nosso alcance, que sejam acolhidas em pé de igualdade no concerto mundial dos demais povos e culturas.
 5. Abandonar, como decorrência, em nossas paróquias, dioceses e grupos toda espécie de mentalidade e postura colonialista, acolhendo e valorizando a diversidade cultural, étnica e linguística num diálogo respeitoso com todas as tradições espirituais.
6. Denunciar todas as formas de violência e agressão à autonomia e direitos dos povos originários, à sua identidade, aos seus territórios e às suas formas de vida.
7. Anunciar a novidade libertadora do evangelho de Jesus Cristo, na acolhida ao outro e ao diferente, como sucedeu com Pedro na casa de Cornélio: “Vós bem sabeis que a um judeu é proibido relacionar-se com um estrangeiro ou entrar em sua casa. Ora, Deus me mostrou que não se deve dizer que algum homem é profano ou impuro” (At 10, 28).
8. Caminhar ecumenicamente com outras comunidades cristãs no anúncio inculturado e libertador do evangelho, e com as outras religiões e pessoas de boa vontade, na solidariedade com os povos originários, com os pobres e pequenos, na defesa dos seus direitos e na preservação da Casa Comum.
9. Instaurar em nossas igrejas particulares um estilo de vida sinodal, onde representantes dos povos originários, missionários e missionárias, leigos e leigas, em razão do seu batismo, e em comunhão com seus pastores, tenham voz e voto nas assembleias diocesanas, nos conselhos pastorais e paroquiais, enfim em tudo que lhes compete no governo das comunidades.
10. Empenhar-nos no urgente reconhecimento dos ministérios eclesiais já existentes nas comunidades, exercidos por agentes de pastoral, catequistas indígenas, ministras e ministros e da Palavra, valorizando em especial seu cuidado em relação aos mais vulneráveis e excluídos.
11. Tornar efetiva nas comunidades a nós confiadas a passagem de uma pastoral de visita a uma pastoral de presença, assegurando que o direito à Mesa da Palavra e à Mesa de Eucaristia se torne efetivo em todas as comunidades.
12. Reconhecer os serviços e a real diaconia do grande número de mulheres que hoje dirigem comunidades na Amazônia e procurar consolidá-los com um ministério adequado de mulheres dirigentes de comunidade.
13. Buscar novos caminhos de ação pastoral nas cidades onde atuamos, com protagonismo de leigos e jovens, com atenção às suas periferias e aos migrantes, aos trabalhadores e aos desempregados, aos estudantes, educadores, pesquisadores e ao mundo da cultura e da comunicação.
14. Assumir diante da avalanche do consumismo um estilo de vida alegremente sóbrio, simples e solidáriocom os que pouco ou nada tem; reduzir a produção de lixo e o uso de plásticos, favorecer a produção e comercialização de produtos agroecológicos, utilizar sempre que possível o transporte público.
15. Colocar-nos ao lado dos que são perseguidos pelo profético serviço de denúncia e reparação de injustiças, de defesa da terra e dos direitos dos pequenos, de acolhida e apoio a migrantes e refugiados. Cultivar amizades verdadeiras com os pobres, visitar as pessoas mais simples e os enfermos, exercitando o ministério da escuta, da consolação e do apoio que trazem alento e renovam a esperança. 
Conscientes de nossas fragilidades, de nossa pobreza e pequenez diante de tão grandes e graves desafios, confiamo-nos à oração da Igreja. Que sobretudo nossas Comunidades Eclesiais nos socorram com sua intercessão, afeto no Senhor e, sempre que necessário, com a caridade da correção fraterna.
Acolhemos de coração aberto o convite do Cardeal Hummes para nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo nestes dias do Sínodo e no retorno às nossas igrejas:
Deixem-se envolver no manto da Mãe de Deus e Rainha da Amazônia. Não deixemos que nos vença a auto-referencialidade, mas sim a misericórdia diante do grito dos pobres e da terra. Será necessária muita oração, meditação e discernimento, além de uma prática concreta de comunhão eclesial e espírito sinodal. Este sínodo é como uma mesa que Deus preparou para os seus pobres e nos pede a nós que sejamos aqueles que servem à mesa”. 
Celebramos esta Eucaristia do Pacto como “um ato de amor cósmico. Sim, cósmico! Porque mesmo quando tem lugar no pequeno altar duma igreja de aldeia, a Eucaristia é sempre celebrada, de certo modo, sobre o altar do mundoA Eucaristia une o céu e a terra, abraça e penetra toda a criação. O mundo saído das mãos de Deus, volta a Ele em feliz e plena adoração: no Pão Eucarístico a criação propende para a divinização, para as santas núpcias, para a unificação com o próprio Criador. Por isso, a Eucaristia é também fonte de luz e motivação para as nossas preocupações pelo meio ambiente, e leva-nos a ser guardiões da criação inteira”. 
Catacumbas de Santa Domitila
Roma, 20 de outubro de 2019




Participantes do Sínodo da Amazônia se reunirão neste domingo (20/OUT) para renovar o chamado 'Pacto das Catacumbas'. O primeiro evento aconteceu na catacumba de Santa Domitila, 1965, na conclusão do Concílio Vaticano II.
O grupo liderado por dom Erwin Kräutler, C.PP.S, bispo emérito da prelazia do Xingu (PA), participarão de uma missa por volta das 7h, presidida pelo cardeal dom Cláudio Hummes, O.F.M, relator do sínodo. 


Até agora, 150 participantes do sínodo aderiram ao compromisso. O texto, se chamará “Pacto das Catacumbas pela Casa Comum”. 

O evento acontecerá de maneira privada e não será permitida a participação da imprensa. Ao final da missa, todos os participantes serão convidados a assinar uma declaração comprometendo-se com algumas causas sócio-eclesiais.






Faze-me justiça contra o meu adversário!... (Lc 18,3)



O maior poder do mundo é o rosto indignado do órfão, da viúva, do refugiado, do excluído... O rosto de quem sofre e carrega no mais profundo de si mesmo toda a energia de Deus. O “rosto” dos indignados que gritam exigindo justiça.

Somos dominados pela voz daqueles que vivem para se impor e abafar a voz dos mais frágeis e vulneráveis, e querem enganar-nos com o circo midiático das mentiras organizadas (fake news). Para que este mundo se transforme e a justiça se faça presente continua sendo necessário o grito das viúvas, e a voz de todos os oprimidos da terra. É chegado o momento de nos comprometer a elevar a voz, como tantos homens e mulheres de nosso tempo. Como a viúva do evangelho queremos denunciar todo tipo de injustiça.

Numa sociedade onde a realidade feminina era invisível, Jesus tornou-a visível. Sua conduta foi radicalmente “contra-cultural”. Considerando seus gestos e palavras foi um revolucionário, pois mostrou-se sensível ao que pertencia à esfera feminina, em contraposição ao mundo cultural machista, centrado na dominação e submissão do fracoJesus faz emergir o mundo vital das mulheres tirando-as do anonimato. Por isso, Jesus narrou preciosas parábolas tendo as mulheres como protagonistas, especialmente as mais pobres.

A mensagem e a prática de Jesus significam uma ruptura com a situação imperante e início de um novo tipo de relação, fundado no amor, respeito e igualdade entre homem e mulher. 
Em um contexto social no qual as relações se estabelecem através do poder, da hierarquia, da autoridade, a parábola deste domingo nos introduz em uma nova ordem das relações que devem caracterizar o Reino de Deus, inclusão que quebra toda pretensão de poder e de imposição.

As viúvas, os órfãos e os estrangeiros são os as mais pobres entre os pobres. E o grito continua: “Fazei-me justiça!”.  Os pobres aparecem submetidos à arbitrariedade dos poderosos, mas sua voz chega até Deus. Eles ocupam um lugar especial no evangelho de Lucas, e oxalá também no nosso coração. 

Contrariamente àqueles que pensam que não vale a pena sair às ruas para gritar e protestar (no plano social e religioso, político e eclesial), o evangelho deste domingo nos situa diante do grito desta viúva, capaz de mudar a ordem injusta do sistema.

Às vezes, tudo parece ficar restrito a um grito, mas esse brado é mais profundo e eficaz que todas as vozes opressoras, prepotentes e intolerantes do sistema dominante. Esse grito da viúva continua sendo promessa de vida para todos nós.

Jesus também foi um indignado, e adotou uma atitude crítica frente ao sistema político e religioso de seu tempo; Ele se comportou como um “transgressor” frente à ordem estabelecida, centrada no poder e na exclusão. O conflito nascido de sua indignação define seu modo de ser, e caracteriza sua forma de viver. A indignação de Jesus de Nazaré com os poderes, político-religiosos constitui um desafio para os cristãos e cristãs de hojeUm outro mundo é possível.

Precisamos alimentar uma espiritualidade da indignação, quando é preciso reagir frente à mentira e à injustiça que envenenam as relações entre as pessoas. Somos habitados pelo mesmo Espírito que movia Jesus no contexto do seu tempo.  

No seguimento de Jesus, há algo contraditório entre nós cristãos: somos seguidores de um transgressor e, no entanto, nos acovardamos escondidos atrás de leis, doutrinas e ritos que alimentam uma cultura de indiferença frente à realidade que nos cerca. Precisamos ativar a atitude evangélica da denúncia nesta sociedade perplexa que somos, neste tempo incerto que vivemos e neste planeta ameaçado que habitamos.

Trata-se de deixar ressoar o clamor dos(as) “descartados”, e de tantas pessoas e grupos excluídos do direito ao pão, ao trabalho, à terra, ao teto, à justiça... Deixa ecoar o grito da terra frente a tanta destruição; deixa fluir o grito de tantas vítimas da violência institucionalizada. 

Há um clamor uníssono tão forte capaz de atravessar os céus, ultrapassar as nuvens e não deixar de ser escutado. No fundo, é o próprio Deus que grita nos seus filhos e filhas; escutar o grito dos últimos e dos excluídos é escutar a voz do próprio Deus que “derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes”.


Orientei um grupo de Exercitantes em Itaici, tendo como acompanhantes o Pe. Ronaldo Carneiro, a Ir. Edineia Neves, da Companhia de Maria, Rio de Janeiro, e as leigas Cristiane Constanza, mãe de família de Botucatu e Maria Eugénia Rodrigues, Itaici.

Deus seja louvado!



O Sínodo da Amazônia conta com a participação de 250 participantes, dentre os quais a maioria são brasileiros. Alguns bispos - dos 56 provenientes da região amazônica -, padres e leigos que atuam no Brasil têm posição de destaque na Assembleia.
O cardeal dom Cláudio Hummes, O.F.M., que já foi arcebispo de São Paulo e prefeito da congregação para o clero, atua como relator geral.
O cardeal dom João Brás de Aviz, atual prefeito para os Institutos de Vida Consagrada é um dos três presidentes delegados.
Alguns bispos e especialistas ajudaram a preparar o sínodo, como dom Erwin Kräutler, bispo que ficou famoso por idealizar a proposta de ordenar homens casados de “fé provada”: os viri probati.
Pela primeira vez, a sala do sínodo será ocupada, em grande parte, por mulheres:  Freiras e leigas especialistas em espiritualidade indígena, preservação do meio ambiente, e outras temas referentes à vida na região amazônica. Não têm direito ao voto, mas participam dos grupos de partilha. 
Professora Márcia Maria de Oliveira, doutora em Sociedades e Cultura Amazônicas, que ajudou na elaboração do Instrumentum laboris do Sínodo, trabalha como perita na assembleia.
A pesquisadora Ima Célia Guimarães Vieira, integrante da Comissão Nacional pelo Meio Ambiente e autora do primeiro diagnóstico brasileiro sobre biodiversidade e serviços ambientais.
Pe. jesuíta Adelson Araújo dos Santos, atual diretor do Centro San Pietro Favre, da Universidade Gregoriana de Roma, auxilia o Secretário geral na parte científica.
procurador regional da República Felício de Araujo Pontes Junior, especialista em direitos indígenas.
Tapi Yawalapiti, filho de Aritana Yawalapiti, o cacique mais velho e mais respeitado do Alto-Xingu, MT,  mestrando da UNB no Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas. Foi membro da comitiva do índio caiapó Raoni na sua visita ao Papa Francisco, em maio/2019.
O cientista Carlos Alfonso Nobre, nobel da paz em 2007, considerado um dos maiores meteorologistas do país; auxilia os bispos na parte técnico-científica.
Uma equipe de primeira divisão!


Eis os membros que vão preparar o documento final do Sínodo pan-amazônico:

Card. Cláudio HUMMES, O.F.M. Arcebispo Emérito de São Paulo, Presidente da Comissão Episcopal da Amazônia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (C.N.B.B.), Presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM) (Brasil)
Cardeal Lorenzo BALDISSERI, Secretário Geral do Sínodo dos Bispos (Cidade do Vaticano)
Rev. Mario Mario GRECH, Pró-Secretário Geral do Sínodo dos Bispos (Cidade do Vaticano), Administrador Apostólico de Gozo (Malta).
Cardeal Michael CZERNY, S.I., Arcebispo Titular de Benevento, Subsecretário da Seção de Migrantes e Refugiados do Departamento de Serviço do Desenvolvimento Integral Humano (Cidade do Vaticano)
Rev. David M. MARTÍNEZ DE AGUIRRE GUINEA, O.P., Vigário Apostólico de Puerto Maldonado, Bispo Titular de Izirzada (Peru)

4 Membros eleitos pela Assembléia
1. Dom Mário Antônio DA SILVA, Bispo de Roraima (Brasil)
2. Dom Héctor Miguel CABREJOS VIDARTE, O.F.M., Arcebispo de Trujillo, Presidente da Conferência Episcopal (Peru), Presidente do Conselho Episcopal da América Latina (C.E.L.AM.)
3. Dom Nelson Jair CARDONA RAMÍREZ, Bispo de San José del Guaviare (Colômbia)
4. Dom Sergio Alfredo GUALBERTI CALANDRINA, Arcebispo de Santa Cruz da Serra (Bolívia)

4 Membros da nomeação pontifícia
1. Cardeal Christoph SCHÖNBORN, O.P., Arcebispo de Wien, Presidente da Conferência Episcopal (Áustria)
2. Dom Marcelo SÁNCHEZ SORONDO, Bispo Titular de Vescovio, Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e da Pontifícia Academia das Ciências Sociais (Cidade do Vaticano)
3. Dom Edmundo Ponciano VALENZUELA MELLID, S.D.B., Arcebispo de Assunção, Assunção (Paraguai)
4. Rev. Rossano SALA, S.D.B., professor de Pastoral Juvenil da Pontifícia Universidade Salesiana e diretor da Revista (Itália)