Las derechas van trinar con la beatificación de don Angelelli… (Papa Francisco)



Nos encontramos con la grata noticia que Monseñor Enrique Angelelli será beatificado el próximo año. El Papa Francisco aprobó el decreto con el cual reconoce su martirio “en odio a la fe”, lo cual lo elevará a los altares junto a sus compañeros de la diócesis de La Rioja: los sacerdotes Carlos Murias y Gabriel Longueville, y el laico Wenceslao Pedernera. Todos ellos asesinados en la época de gran represión militar argentina que fue la última dictadura militar (1976-1983). Este gran evento se llevará acabo 27 de abril de 2019, en la Rioja.

Estos cuatro homicidios se inscribieron en un mismo contexto histórico y político, porque fueron parte de una manipulación para debilitar a una Iglesia que luchaba por la verdad y la justicia. Como recuerda el Papa, una Iglesia en salida, capaz de colocarse del lado de los excluidos y explotados... Era molesto para el régimen militar tener un obispo de voz profética que cuestionaba sin temor las injusticias y los excesos de los gobernantes. Por eso, tras su muerte, Angelelli se convirtió en una figura emblemática para el pueblo, pero también incómoda para el poder de turno argentino.

Mons. Angelelli siempre se mostro comprometido con los derechos humanos, principalmente de los más desprotegidos de la sociedad. Siguiendo este compromiso y su causa, después de un gran trabajo y derribando obstáculos en el 2014, el Tribunal Federal de la Rioja condenó a prisión perpetua a Luciano Benjamín y a Luis Fernando Estrella por considerarlos autores inmediatos del homicidio de Mons. Enrique Angelelli realizado el 4 de agosto de 1976.

Recordemos que Dom Enrique Angelelli siendo obispo auxiliar participó del Concilio Vaticano II, y luego fue designado obispo de la Rioja por San Pablo VI. Adoptó el lema: “Un oído en el Evangelio y otro en el pueblo”. La practica de este lema ya se venia gestando y haciendo camino en la vida de este obispo. Tal es así que tras los conflictos militares, tubo que suspender las trasmisiones radiales de las misas dominicales. En el mes de julio del 76 fueron asesinados los sacerdotes y pocos días después el joven. Dom Angelelli se traslado para realizar el funeral. Volviendo de esa ciudad, acompañado por el padre Pinto (pasado el tiempo dejó el ministerio por la postura nada evangélica de la Iglesia), en la ruta 38 lo encerraron de tal forma que la camioneta volcó, Angelelli fue despedido del vehículo y murió inmediatamente.

Haciendo memoria en una de sus cartas al Nuncio Apostólico, escribia: “Estamos permanentemente obstaculizados para cumplir con la misión de la Iglesia. Personalmente, los sacerdotes y las religiosas somos humillados, requisados y allanados por la policía con orden del ejército. Ya no es fácil hacer una reunión con los catequistas, ni con los sacerdotes o las religiosas. Las celebraciones patronales son impedidas y obstaculizadas… nuevamente he sido amenazado”.

La posición de la iglesia con los años fue dando un giro y cuando Jorge Bergoglio celebró una misa por los 30 años de la muerte del obispo Angelelli, en la Rioja, formo una comisión en el Episcopado para poder trabajar por la verdad, es así que hoy los obispos reunidos dicen: "agradecemos al Papa Francisco, que así recoge el discernimiento de la iglesia y nos alienta a gastar la vida en el servicio”. 




Aconteceu, nos dias 14 a 18/NOV, a 4ª Semana brasileira de Catequese em Itaici/SP, com quase 400 participantes, representando todas as dioceses da CNBB.    

Vídeo com a síntese da 1ª Conferência: "Anunciar Jesus Cristo num mundo plural: novos interlocutores", com o teólogo Edward Guimarães.


Alguns destaques: Ser cristão deixou de ser um desafio diário de conversão e que a vida cristã não tem provocado mudança no agir das pessoas.  A conversão deixou de ser critério de inserção na comunidade que não exige um itinerário de fé. As mudanças do mundo atual exigem que se mude o jeito de acolher e viver a fé cristã.
O cristianismo não tem evangelizado, está morno. Há a necessidade de se superar ritos e de provocar a intimidade com Deus, uma vida nova de fraternidade e justiça, de cultivar a fé de Jesus e não simplesmente a fé em Jesus. A vida digna é o culto maior a Deus. Deus é amar e não só amor.
Os interlocutores de hoje são pessoas transformadas pela cultura secularizadas; pela experiência de novas tecnologias; pertencentes a outras religiões e outras Igrejas; avessas à religião; carentes de afeto e reconhecimento; cientes da sua liberdade e igual dignidade; excluídas da mesa da cidadania e da dignidade humana.

Como anunciar Jesus neste mundo plural? É necessário superar o combate às demais tradições religiosas, a pretensão de desbancar outras Igrejas cristãs, o desconhecimento dos sem religião e sem fé em Deus, a apologética e o proselitismo, o sentido antigo de evangelizar. É preciso evangelizar fazendo ver, porque o seguimento precisa entrar pelos olhos e penetrar o coração. Viver o cristianismo exercitando o diálogo, o sentido coletivo e humanitário, assumindo o compromisso ético em defesa da vida, catequizar com leveza, alegria e com coragem profética





Oração da 4ª Semana Brasileira de Catequese 
Senhor Jesus, nosso Salvador e amigo.
Tuas palavras soam e ressoam aos ouvidos de muitos discípulos teus.
Muito mais, és Tu a Palavra que nos pronuncia o amor de Deus.
A tua voz queremos ouvir, ao teu chamado acolher, ao teu mandato obedecer. 
Outrora chamaste os discípulos; hoje chamas a nós.
Outrora ensinaste as multidões; hoje pedes que te apresentemos a quem precisa de ti.
Nas margens do lago tiveste compaixão; hoje pedes que nos compadeçamos.
Desde a montanha enviaste teus discípulos; também hoje queres que façamos discípulos teus.
Senhor, são justamente estes os motivos e os anseios da nossa Semana de Catequese.
Que teu Espírito nos infunda a paz e a força de perceber tua presença.
Que Ele nos conceda a Alegria do Evangelho que queremos acolher, que queremos partilhar, que queremos transmitir. 
Vem participar, Senhor, da nossa 4ª Semana Brasileira de Catequese.
Vem nos falar, vem nos inspirar, vem em socorro à nossa fé.
Tudo isso a ti pedimos porque temos um grande sonho:
Que nossa Catequese, e nossos catequistas aproximem de ti todos a quem nos enviaste.  


O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra foi instituído oficialmente em 2011. A data faz referência à morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, local situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco. Zumbi foi morto em 1695, por bandeirantes liderados por Domingos Jorge Velho. Por muitos anos se quis ignorar sua pessoa e o que ele significava. 

Com a redemocratização do Brasil e a promulgação da Constituição de 1988, vários segmentos da sociedade, como o Movimento Negro, obtiveram maior espaço no âmbito das decisões políticas: Reformulação da história a partir do oprimido, Lei do preconceito de raça ou cor (1989), cotas raciais no âmbito da educação superior (2003), etc.

Quem lutou e morreu por uma causa justa merece ser lembrado por todos. 

Você gostaria de acrescentar mais alguma coisa?


Salve Zumbi dos Palmares!

O Dia Mundial dos Pobres tem a finalidade de combater a pobreza e ajudar as pessoas carentes a conquistarem dignas condições de vida...

O Papa Francisco almoçou com os pobres, neste domingo (18⁄NOV), na Sala Paulo VI, por ocasião do 2º Dia Mundial dos Pobres. A refeição foi oferecida pelo Hotel Hilton de Roma. 
Ao chegar à Sala Paulo VI, o Papa saudou os presentes com as seguintes palavras:
Bom dia!
Agora, todos vamos almoçar juntos. Agradecemos as pessoas que trouxeram o almoço e aquelas que servirão o almoço. Agradecemos a todos e pedimos a Deus para que abençoe todos nós. Uma bênção de Deus para todos, todos nós que estamos aqui. Que Deus abençoe cada um de nós, abençoe os nossos corações, abençoe as nossas intenções e nos ajude a seguir em frente. Amém e bom almoço!

Setenta voluntários das paróquias de Roma serviram cerca de 3.000 pessoas carentes, acompanhadas por associações de voluntariado.

O cardápio foi composto de lasanha, nuggets de frango, purê de batatas e pavê.

Os jovens da Banda do Santuário de Pompéia animam o almoço festivo com o Papa.

No final, a empresa de alimentos “Rummo” deu de presente aos participantes uma sacola com um quilo de macarrão e outras guloseimas.

Após a refeição, Francisco agradeceu a todos pela companhia e disse sorrindo: Disseram-me que agora começa a verdadeira festa e que o Papa tem de ir embora, para que a festa seja boa”.

Muito obrigado! Obrigado pela companhia. Obrigado aos músicos. Obrigado a todos aqueles que prepararam o almoço, aos que o serviram e aos jovens que ajudam aqui. Obrigado a todos. Rezem por mim. Que o Senhor os abençoe. Obrigado! 

Várias paróquias, Centros de voluntariado, Colégios e Escolas, cada um segundo suas possibilidades, aderiram à iniciativa e também ofereceram refeições aos pobres, num momento de grande alegria e partilha.

Antes de deixar a Sala Paulo VI, o Papa Francisco saudou as crianças, os pobres e as pessoas presentes e tirou uma foto com os cozinheiros.

Deus seja louvado!



O que precisamos trocar?

“...ficai sabendo que o Filho do Homem está próximo, às portas”(Mc 13,29)

Estamos no penúltimo domingo do “ano litúrgico B”, e o evangelho é tirado do “discurso escatológico” ou“pequeno apocalipse” de Marcos. Este capítulo faz a ponte entre a vida pública de Jesus e a sua Paixão. 

Escatologia (grego: escatónúltimo), leituras que fazem referência “aos últimos tempos”, convidando-nos à “vigilância”e à atenção ao tempo presente. O discurso escatológico de Marcos recorda algumas convicções que devem alimentar a esperança dos seguidores de Jesus.Anúncio esperançador reforçado pela imagem da figueira que, carregando-se de brotos, anuncia a primavera. Caminhamos para uma Primavera que não conhecerá ocaso: “O céu e a terra passarão, mas minhas palavras não passarão”.

Este Evangelho tem muito de invernoe muito de primavera. Fala-se desse momento final, onde tudo parece terminar em cataclismo. Mas logo nos abre à primavera da figueira que começa a gerar novos brotosnos ramos, ainda quase desnudos do inverno. E, finalmente, enraíza nossa esperança na Palavra de Deus. 

Se pudéssemos optar escolheríamos as estações da primavera e do verão. No entanto, não podemos imaginar um ano sem a estação do inverno. No inverno, a terra se faz mais fecunda, a seiva se concentra nas raízes e logo poderão dar melhores frutos. As plantas ficam hibernando para estarem mais sadias nas outras estações. O inverno é estação de silenciosa transformação que começa nas profundezas das raízes.

A vida passa por contínuos invernos: desafios, dúvidas, obscuridade, tribulações, desolações... Inverno da fé que nos fazem descer às raízes para concentrar energias e, assim, robustecer-nos para um novo impulso vital. 

Incômodos do presente, fracassos, obscuridade diante do futuro, crises sociais e econômicas, intolerância e preconceitos são o inverno da esperança;não matam a esperança, mas dão-lhe maior consistência e profundidade.

Sobre este mundo petrificado e indiferente se anuncia e se prepara a vinda de Jesus. Os modelos atuais de vida, centrados no individualismo e no descarte, no poder e violência serão excluídos... Deus novamente intervirá criando uma nova ordem de salvação, centrada no Filho do Homem, e não mais no sol, a lua ou as estrelas que alimentam o ego pessoal e social. Este mundo não será consumido, mas consumado,pois Deus reserva uma plenitude de sentido para a Criação inteira. 

Mas, esse “des-astre”(destruição dos `astros´) não se refere somente a uma realidade exterior, mas também omundo interior, onde o ego brilha como o “sol”, a vaidade se revela como “lua”, e as vaidades e aparência nos fazem sentir como “estrelas”. Viver é bonito, mas também muito perigoso.

No entanto, resistimos! A esperançaé um princípio vital, expresso na sábia constatação de que “enquanto houver vida, há esperança”. E a esperança se fortalece na obscuridade e na crise.

A condição humana pode ser definida em termos de "espera radical"ou de "esperança". Quando uma sociedade perde a esperança, a vitalidade se atrofia e a vida corre o risco de degradar-se. A esperança tem caráter profético, pois afirma como se visse o melhor que esperamos. E, enquanto o anuncia, de certa forma, o prepara.






O tema escolhido este ano pelo papa Francisco para a 2ª Jornada Mundial dos Pobres (JMP) é: ‘Este pobre grita e o Senhor o escuta’ (Sl 34,7). Somos convidados a encontrar-nos com as diversas condições de sofrimento e marginalização em que vivem tantos irmãos e irmãs nossos que designamos com o termo genérico de `pobres´.
Todos são convidados para participar da Jornada Mundial dos Pobres, uma Semana da Solidariedade, organizando momentos de encontros fraternos, celebrações ou mobilizações públicas entre os dias 11 e 18/NOV/2018, com gestos concretos de solidariedade e acolhida com as pessoas em situação de vulnerabilidades extremas. Vamos expressar nossa capacidade de ser uma comunidade humana solidária e cuidadora de toda a Criação.
Mobilize sua comunidade, grupo, pastoral ou coletivo para organizar a Jornada Mundial dos Pobres. Entre as ações possíveis sugerimos:
·      Gincanas para arrecadação de alimentos e roupas
·      Celebrações da Palavra e eucarísticas; 
·      Estudo da mensagem do Papa Francisco e rodas de diálogos; 
·      Círculos bíblicos; 
·      Manifestações públicas para chamar atenção do poder público local sobre alguma situação de negação de direitos aos empobrecidos; 
·      Campanhas de cidadania com atendimentos sociais; 
·      Atividades lúdicas e esportivas; 
·      Audiências públicas; 
·      Atividades em espaços de medida socioeducativa, asilos, orfanatos, presídios, com o povo da rua, organize uma partilha fraterna das refeições (café da manhã, almoço ou jantar com as pessoas em situação de rua ou vulnerabilidade social) e partilhem da mesma mesa.

O Vaticano abrirá um hospital de campanha na Praça São Pedro e prestará assistência gratuita às pessoas necessitadas, até as 22h. Haverá médicos especializados em cardiologia, dermatologia, reumatologia, ginecologia, e também oculistas e podólogos.
O Papa celebrará uma missa para pessoas em situação de rua, e a seguir almoçara com 3.000 pessoas necessitadas no Vaticano. O almoço foi oferecido pelo Hotel Hilton de Roma.