Pela segunda vez na historia o corpo de um Papa deixa a Basílica de São Pedro.Depois deSão Pio X, o Papa Veneziano, foi a vez do São João XXIII, para estar com o povo da diocese de Bergamo, onde exerceu seu ministério por 40 anos, especificamente na cidade de Sotto il Monte, onde nasceu no dia 25/NOV/1881. 
A urna com seu corpo estará com o povo que gerou este pontífice que tanto fez pela a Igreja e pelo mundo. “Se começa da terra onde nasci e depois se prossegue até o céu.” Esta frase do próprio santo marca os 60 anos de sua eleição como Papa.

Os dezoitos dias de peregrinação com o corpo do santo, será percorrerá diferentes etapas. A primeira parada será na prisãode Regina Coeli, em memória da sua visita aos detentos, depois o seminário diocesano de Roma, e às 21h a urna será solenemente recebida na catedral para uma vigília de oração.

Na despedida da Basílica de São Pedro, o Cardeal Comastri pronunciou a seguinte mensagem:
Estamos reunidos aqui em oração para entregar ao Bispo de Bergamo a urna contendo os restos do venerado de São João XXIII, que retornam à terra de suas origens. E, em particular, à cidade de Sotto il Monte, onde, quando criança, o futuro Pontífice exprimiu a fé no belo exemplo de seus pais.

De fato, foi ele quem disse: "Minha casa estava cheia de Deus!" ... Parece-me que, em tantos séculos de história, é apenas a segunda vez que os restos de um santo Papa saem da Basílica de São Pedro.

A primeira vez ocorreu em 1959, quando por decisão de João XXIII, o caixão contendo os restos mortais de São Pio X partiu para Veneza.João XXIII, lembrou que em 1903, o então cardeal Giuseppe Sartofoi saudado por uma grande multidão de venezianos na estação ferroviária. Todos disseram a ele:

“Eminência, volte! Prometa: Eminência, volte!" O Patriarca, em um momento de forte emoção, gritou:"Eu prometo: Ou vivo ou morto, eu voltarei". Ele não poderia voltar vivo, porque ele foi eleito papa...

João XXIII, seu sucessor em Veneza, quis manter sua promessa e decidiu a incomum peregrinação do falecido Pontífice a Veneza... Hoje, João XXIII faz a sua peregrinação de gratidão e bênção para a terra onde nasceu, onde se tornou cristão e desenvolveu uma vocação para o sacerdócio.

Acompanhamos este momento significativo recordando uma afirmação de João XXIII. Ele disse: "A educação que deixa os traços mais profundos é aquela que é recebida em casa, na família. Esqueci muitas coisas que aprendi sobre os livros, mas lembro perfeitamente dos ensinamentos e exemplos de meus pais e dos meus antigos. É por isso que eu amo Sotto il Monte e estou feliz por voltar todos os anos. Ambiente simples, mas cheio de exemplos sagrados e preciosos ensinamentos».

Que esta peregrinação que começa neste momento, sintonize nosso coração com o coração deste santo pontíficeque todos amavam a tal ponto que, por ocasião de sua santa morte, um jornalista exclamou: "Se o Papa João existiu, Deus também existe."

Possam dizer também o mesmo sobre cada um de nós!


Para ver o vídeo da urna deixando o Vaticano CLIQUE AQUI 

Sinfonia 9 em Ré Menor, Op. 125 de Beethoven (1770-1827) é para muitos sua obra prima e, certamente, a mais conhecida e interpretada. Composta em 1823, o hino expressa os ideais de liberdade, paz e solidariedade que Europa pretende construir. Desde 1972 a música (não a letra!) é o hino da União Europeia. Foi declarada pela UNESCO patrimônio da humanidade.



Apresentado em  Osaka (Japão), 10.000 pessoas cantaram de memória e sem partitura. Notável a expressividade do Maestro Utaka Sado, inusitado num oriental. Delicie-se com esta obra prima de Beethoven e contemple a disciplina dos músicos e cantores para realizar este evento grandioso.  

Por primeira vez foi inserido um coral no movimento de uma sinfonia. O texto é uma adaptação do poema de F. Schiller, feita pelo próprio Ludwig van Beethoven.
Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até à morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!

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O Pe. Jesuíta James Martin SJ acaba de publicar a 2ª edição do seu livro Building a Bridge (Construindo uma ponte), sobre a relação entre católicos LGBT e a Igreja.  O padre diz que as reações ao livro foram tensas e intensas, e ele espera que esta nova versão ajude mais e melhor os católicos LGBT, e a seus familiares.

O Pe. James Martin disse que, recentemente algumas escolas católicas demitiram professores LGBT: Essas decisões foram tomadas apenas pela orientação sexual desses professores. Por que não fizeram o mesmo com professores católicos solteiros, e que vivem maritalmente? Ou professores divorciados e em segunda união? Ou professores que usam contraceptivos?... Não. O foco foi concentrado nas pessoas LGBTpor seu comportamento sexual... E isso é uma discriminação injusta! 

É verdade que ultimamente os grupos conservadores ficaram mais mais expostos e agressivos. Também acontece que nos aproximando agora de pessoas antes marginalizadas os neo-conservadores ficaram mais inquietos. Mas, não foi isso que Jesus fez, e que somos também chamados a fazer? As pessoas LGBT são as mais marginalizadas na Igreja. Disso não tenho dúvidadisse o Pe. J. Martin.

Perguntado sobre o seu trabalho de atendimento aos católicos LGBT, mesmo com as críticas acerbadas recebidas de alguns, o Pe. James Martin se referiu novamente a Jesus:

"Jesus diz para sacudir a poeira das nossas sandálias e seguir em frente quando alguém não nos quer ouvir. Mas, para as pessoas de boa vontade basta um encontro com uma pessoa LGBT e suas histórias dramáticas para apoiá-los imediatamente..."

As mídias sociais ajudam e outras vezes atrapalham os católicos LGBTAlguns sites destilam ódio, homofobia e criam ainda muito medo. Jesus diz: "pelos seus frutos os conhecereis!... Existem sites que trazem paz, unidade e concórdia e outros divisão, discórdia e desespero. O Novo Testamento disse: “o amor expulsa o medo”, mas também o medo pode expulsar o amor!
"Eu já não leio certos comentários, websites ou artigos quando sei que não são úteis, e estão apenas atacando. Esse tipo de comentários não vêm de Deus. Críticas construtivas são uma coisa, mas reações apaixonadas contra mim, ou meu livro acabam sendo histéricas e caluniosas. Então, para que prestar atenção? Algumas dessas pessoas parecem católicas, mas nem cristãs elas são."

O Pe. James Martin sentiu-se motivado a escrever o livro Bulding a Bridge, após o tiroteio na boate gay Pulse, quando mais de 50 pessoas foram mortas... Ele ganhou o Bridge Building Award (Prêmio Construindo Pontes), em OUT/2016. Seu discurso, na cerimônia de premiação, serviu como texto para o seu livro que o chamou também de Bulding a Bridge.

Oxalá todos possamos construir mais pontes entre todos os humanos!



Um dia, estava eu de pé na porta da sala, esperando meus alunos entrarem para o nosso 1º dia de aula. Foi aí que vi Tom, pela primeira vez. Não consegui evitar que meus olhos piscassem de espanto. Ele tinha cabelos longos e muito louros que batiam uns 20 cm abaixo dos ombros. Eu nunca vira um rapaz com cabelos tão longos.

Acho que a moda estava apenas começando nessa época. O que importa não é o que está fora, mas o que vai por dentro da cabeça, pensei, mas confesso que fiquei chocado. Logo classifiquei Tom com um ‘E’ de ‘estranho’, muito estranho! E ele acabou se revelando como o ‘ateu da turma’ no meu curso de Teologia. Constantemente fazia objeções e questionava a possibilidade de existir um Deus-Pai que nos amasse incondicionalmente. Convivemos em relativa paz durante o semestre, embora admito que às vezes ele era bastante incômodo.

No fim do curso, ele se aproximou e me perguntou, num tom ligeiramente irônico: 
- O senhor acredita mesmo que eu possa encontrar Deus algum dia?

Resolvi usar uma terapia de choque: 
Não, eu não acredito!- respondi.
- Ah! ele respondeu,pensei que era este o produto que o senhor esteve tentando nos vender nos últimos meses.

Eu deixei que ele se afastasse um pouco e disse bem alto: 
Eu não acredito que você consiga encontrar Deus, mas tenho certeza absoluta de que Ele o encontrará um dia

Ele deu de ombros e foi embora da minha sala e da minha vida. Algum tempo depois soube que Tom tinha se formado e, em seguida, recebi uma notícia triste: ele estava com um câncer terminal. E antes que eu fosse à sua procura, ele veio me ver. Quando entrou na minha sala, percebi que o seu corpo tinha sido devastado pela doença e que os cabelos longos não existiam mais, devido à quimioterapia. Entretanto, seus olhos estavam brilhantes e sua voz era firme, bem diferente daquele garoto que conheci.

- Tom, tenho pensado em você. Soube que você está doente!- falei.
- Ah, é verdade, estou seriamente doente. Tenho câncer nos pulmões. É uma questão de semanas, agora. 
- Você quer conversar a esse respeito?
- Claro, o que o senhor gostaria de saber?
Como é ter vinte e quatro anos e saber que se está morrendo?
- Acho que poderia ser pior.
- Como assim?
- Bem, eu poderia ter cinquenta anos e não ter noção de valores ou ideais, ou ter sessenta anos e pensar que bebida, mulheres e dinheiro são as coisas mais ‘importantes’ da vida...

Lembrei- me da classificação que atribuí a ele: ‘E’ de ‘estranho’. Penso que quem recebeu classificações desse tipo, são enviadas de volta por Deus, para que eu possa refazer o meu preconceito... 

- Mas a razão pela qual eu realmente vim vê-lo, disse Tom,  foi a frase que o senhor me disse no último dia de aula. (Ele se lembrava!...) Tom continuou: Eu lhe perguntei se o senhor acreditava que eu encontraria Deus algum dia e o senhor respondeu 'Não!', o que me surpreendeu. Em seguida, o senhor disse, ‘mas Ele o encontraráEu pensei um bocado a respeito daquela frase, embora na época não estivesse muito interessado no assunto. Mas quando os médicos removeram um nódulo da minha virilha e me disseram que se tratava de um tumor maligno, comecei a pensar com mais seriedade sobre a idéia de procurar Deus. E quando a doença se espalhou por outros órgãos, comecei realmente a dar murros desesperados nas portas de bronze do paraíso. Mas Deus não apareceu. De fato, nada aconteceu. O senhor já tentou fazer alguma coisa por um longo período, sem sucesso? Eu fiquei cansado e desanimado. 

Um dia, ao invés de continuar atirando apelos por cima do muro alto atrás de onde Deus poderia estar ou não, eu desisti, simplesmente. Decidi que de fato não estava me importando com Deus, com uma possível vida eterna ou qualquer coisa parecida. E decidi utilizar o tempo que me restava fazendo alguma coisa mais proveitosa. Pensei no senhor e nas suas aulas e me lembrei de uma coisa que o senhor havia dito noutra ocasião: A tristeza mais profunda é passar pela vida sem amar ou sem jamais ter dito às pessoas queridas o quanto você as amou.

Então resolvi começar pela pessoa mais difícil: meu pai. Ele estava lendo o jornal quando me aproximei dele: 
Papai... eu disse.
Sim, o que é? perguntou, sem baixar o jornal
Papai, eu gostaria de conversar com você.
Então fale.
É um assunto muito importante! 

O jornal desceu alguns centímetros, vagarosamente.
- O que é?
Papai, eu o amo muitoSó queria que você soubesse disso.

O jornal escorregou para o chão e meu pai fez duas coisas que eu jamais havia visto: Ele chorou e me abraçou com força. E conversamos durante toda a noite, embora ele tivesse que ir trabalhar na manhã seguinte. 

- Foi tão bom poder me sentar junto do meu pai, conversar, ver suas lágrimas, sentir seu abraço, ouvi-lo dizer que também me amava! Foi uma emoção indescritível! Foi mais fácil com minha mãe e com meu irmão mais novo. Eles choraram também e nós nos abraçamos e falamos coisas realmente boas uns para os outros. Falamos sobre as coisas que tínhamos mantido em segredo por tantos anos, e que era tão bom partilhar. Só lamentei uma coisa: que eu tivesse desperdiçado tanto tempo, me privando de momentos tão especiais. 

Naquela hora eu estava apenas começando a me abrir com as pessoas que amava. Então, um dia, eu olhei, e lá estava ELE. Ele não veio ao meu encontro quando Lhe implorei. Acredito que estava agindo como um domador de animais que, segurando um chicote, diz: ‘Vamos, pule! Eu lhe dou três dias... três semanas...’. Parece que Deus não se deixa impressionar. Ele age a Seu modo e a seu tempo. Mas o que importa é que Ele estava lá. Ele me encontrou... O senhor estava certo. Ele me encontrou mesmo depois de eu ter desistido de procurar por Ele. 

- Tom, eu disse comovido, o que você está dizendo é muito mais importante do que você pode imaginar. Para mim, pelo menos, você está dizendo que a maneira certa de encontrar Deus, não é fazendo dEle um bem pessoal, uma solução para os nossos problemas ou um consolo em tempos difíceis, mas sim se tornando disponível para o verdadeiro Amor. O apóstolo João disse isto: ‘Deus é Amor e aquele que vive no Amor, vive com Deus e Deus vive com Ele’. Posso lhe pedir um favor? Você sabe que me deu bastante trabalho quando foi meu aluno (risos). Mas agora você pode me compensar por aquilo. Você viria à minha aula de Teologia e contaria aos meus alunos o que você acabou de me contar? Se eu lhes contasse não seria a mesma coisa, não tocaria tão fundo neles! 

- Oooh!... eu me preparei para vir vê-lo, mas não sei se estou preparado para enfrentar seus alunos.
- Então, pense nisto. Se você se sentir preparado, telefone par a mim.

Alguns dias mais tarde, Tom telefonou e disse que falaria com a minha turma. Ele queria fazer aquilo por Deus e por mim. Então marcamos uma data... O dia chegou, mas ele não pôde vir. Tom tinha outro encontro, muito mais importante do que aquele. E ele se foi... Antes de morrer, ainda conversamos uma vez:

- Não vou ter condições de falar com sua turma, ele disse.
- Eu sei, Tom. 
- O senhor falaria com eles por mim? O senhor falaria... com todo mundo por mim? 
- Vou falar, Tom. Vou falar com todo mundo. Vou fazer o melhor que puder.

Portanto, a todos vocês que leram esta declaração de amor tão sincera, obrigado por fazê-lo. E a você Tom, onde quer que esteja, pode crer: eu falei de você com todo mundo, do melhor modo que consegui. E espero que as pessoas que tiveram conhecimento desta história, possam contá-la aos seus amigos, para que mais gente possa conhecê-la...

Uma pergunta: Você conhece jovens como TOM?


 É no ínfimo que eu vejo a exuberância... (M. de Barros) 


Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.
O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saídada formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões.
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial…
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente, a pulga (que era sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que a essa altura não cantarolava mais e a cada dia ficava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo de que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes. Ele então contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório que concluía: há muita gente nesta empresa!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
Qualquer semelhança com algumas Congregações Religiosas é pura coincidência... 

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Contou que achara pedaços dentro de um pote e os bebeu... 

Quando eu era criança tinha um monte de pesadelos e acordava assustado, suado e quase tremendo. Tempos depois, percebi que os pesadelos são comuns, tanto em crianças quanto em adultos e são mais frequentes do que pensamos. 

Mas, por que temos pesadelos fazendo nossas noites temerosas e desagradáveis? Qual o significado deles e o que nos querem dizer?

Os pesadelos se originam e funcionam como os sonhos
. O inconsciente se manifesta na nossa fantasia, com imagens e pensamentos durante o dia e com sonhos, quando dormimos. Você sabia que há sonhos corriqueiros e outros significativos? Estes últimos podem ser positivos ou negativos como os pesadelos.

Alguns acham que o significado dos pesadelos está associado a uma espécie de alerta dos perigos da vida real, mas o certo é que pessoas inseguras têm mais pesadelos e sofrem mais do que as outras. Traumas e dificuldades experimentadas são elaboradas pelo inconsciente transformando-os, às vezes, em imagens espantosas: animais ferozes, monstros desalinhados, figuras distorcidas que perseguem e ameaçam... E, ao acordar, perceber agradecidos que a própria vida não tinha acabado!... Ufa! Menos mal!

Conheço pessoas que se machucaram até fisicamente reagindo inconscientemente aos sonhos negativos acontecidos. 

Hoje, provavelmente, as pessoas são mais seguras e atrevidas, e no lugar de pesadelos podem ter arrependimentos angustiantes que também fazem sofrer.

Os pensamentos (imagens, fantasia...) e os sonhos são importantes para entender melhor áreas inconscientes de nossa personalidade. Quando nossas imagens interiores nos forçam a fazer o que não queremos, provavelmente precisamos da ajuda de um especialista do comportamento humano. 


Os pesadelos podem indicar problemas mal resolvidos...

Uma pergunta: Você quer contar algum dos seus pesadelos?


Del Cantar de los Cantares [8, 6-7], en la Biblia:
Grábame como sello en tu corazón, como sello en tu brazo, porque el amor es más fuerte que la muerte, la pasión más fiera que el abismo. Sus llamas son flechas de fuego, llamarada divina. Los océanos no podrían apagar el amor, ni los ríos anegarlo.”
El fallecido Dr. Martin Luther King Jr. dijo una vez, y cito: “Debemos descubrir el poder del amor, el poder redentor del amor. Y cuando descubramos eso, podremos hacer de este mundo viejo un mundo nuevo, porque el amor es el único camino”.
Hay poder en el amor.No lo subestimeis. Ni siquiera lo sobresentimentaliceis. Hay poder: poder en el amor. Si no me creéis, pensad en el momento en el que os enamorasteis por primera vez. El mundo entero parecía centrarse en vosotros y vuestro ser amado.
¡Oh, hay poder, poder en el amor!No solo en sus formas románticas, sino en cualquier forma, cualquier forma que adopta el amor. Hay un cierto modo en el cual, cuando eres amado -y lo sabes-, cuando alguien se preocupa por ti -y lo sabes, cuando amas y lo demuestras, el amor realmente se siente verdadero. Hay algo de verdad en ello.
Hay algo verdadero al respecto. Y hay una razón para eso. El motivo tiene que ver con la fuente. Fuimos creados por un poder de amor, y nuestras vidas estaban destinadas -y están destinadas- a ser vividas en ese amor. Esa es la razón por la que estamos aquí.
En último término, la fuente del amor es Dios mismo: la fuente de todo en nuestras vidas. Hay un antiguo poema medieval que dice: “Donde se encuentra el verdadero amor, Dios mismo está allí”. El Nuevo Testamento lo dice de esta manera: “Amados, amémonos unos a otros, porque el amor es de Dios, y aquellos que aman son nacidos de Dios y conocen a Dios. Aquellos que no aman, no conocen a Dios.” ¿Por qué? “Porque Dios es amor”. Hay poder en el amor.Hay poder en el amor para ayudar y sanar cuando nada más puede hacerlo.
Hay poder en el amor para levantar y liberar cuando nada más lo hará. Hay poder en el amor para mostrarnos el modo en que vivir. Ponme como un sello en tu corazón … un sello en tu brazo, porque el amor es tan fuerte como la muerte. Pero el amor no se trata solo de una pareja joven. Ahora el poder del amor se demuestra por el hecho de que todos estamos aquí. Dos jóvenes se enamoraron y todos aparecimos. Pero no es solo por y sobre una pareja joven, con quien nos regocijamos. Es más que eso.
Jesús de Nazaret en una ocasión fue desafiado por un maestro de la ley a que resumiera la esencia de las enseñanzas de Moisés, y Él se dio la vuelta y remitió a las escrituras hebreas, al Deuteronomio y al Levítico, y dijo Jesús: “Amarás al Señor, tu Dios, con todo tu corazón, toda tu alma, toda tu mente y toda tu fuerza. Este es el primer y gran mandamiento. Y el segundo es así: ama a tu prójimocomo a ti mismo” [Lucas 10, 25-27].
Y en la versión de Mateo, Jesús añadió: “De estos dos, elamor a Dios y amor al prójimo, se sostiene toda la ley, todos los profetas, todo lo que Moisés escribió, todo en los santos profetas, todo en las escrituras, todo lo que Dios ha estado tratando de decirle al mundo… Ama a Dios, ama a tus prójimos, y mientras lo haces, ámate a ti mismo” [Mateo 22, 37].
Alguien dijo una vez que Jesús comenzó el movimiento más revolucionario en la historia de la humanidad: un movimiento basado en el amor incondicional de Dios por el mundo, y un movimiento que manda a las personas a vivir ese amor, y al hacerlo no solo a cambiar sus vidas, sino también la vida misma del mundo en sí. Estoy hablando de poder. Poder real. Poder para cambiar el mundo.
Si no me crees, bueno, hubo algunos antiguos esclavosen el Sur del Estados Unidos e antes de la Guerra, que explicaron el poder dinámico del amor y por qué tiene el poder de transformar. Lo explicaron de esta manera.Cantaron un espiritual, incluso en medio de su cautiverio. Es uno que dice: “Hay un bálsamo en Gilead …”, un bálsamo sanador, algo que puede hacer que las cosas sean buenas. [El sermón se refiere al espiritual afroamericano “There is a Balm in Gilead”].
Hay un bálsamo en Gilead para hacer que los heridos se restauren”, y una de las estrofas en realidad explica por qué. Cantan:
Si no puedes predicar como Pedro, y no puedes orar como Pablosimplemente dile el amor de Jesús,cómo murió para salvarnos a todos”.
¡Oh, ese es el bálsamo en Gilead!
Esta forma del amor, es la forma de la vida. Ellos lo tienen. Él murió para salvarnos a todos. Él no murió por nada que pudiera sacar de eso. Jesús no recibió un doctorado honorario por morir. No lo hizo, no estaba sacando nada de eso. Renunció a su vida, sacrificó su vida, por el bien de los demás, por el bien del otro, por el bienestar del mundo… por nosotros.
Eso es lo que es el amor.El amor no es egoísta y egocéntrico.El amor puede ser sacrificial, y al hacerlo, se vuelve redentor. Y esa forma de amor desinteresado, sacrificado y redentor cambia vidas, y puede cambiar este mundo.
Si no me creéis, solo deteneos e imaginad. Pensad e imaginad un mundo donde el amor sea el camino.
Imaginad nuestros hogares y familias donde el amor sea el camino.Imaginad nuestros vecindarios y comunidades donde el amor sea el camino.Imaginad nuestros gobiernos y naciones donde el amor sea el camino.Imaginad los negocios y el comercio donde este amor sea el camino.Imaginad este viejo mundo cansado donde el amor sea el camino.
Cuando el amor sea el camino: desinteresado, sacrificado, redentor.Cuando el amor sea el camino, entonces nunca más ningún niño en este mundo se irá a la cama con hambre.Cuando el amor sea el camino, dejaremos que la justicia ruede como una corriente poderosa y justa como un arroyo que siempre fluye.Cuando el amor sea el camino, la pobreza se convertirá en historia.Cuando el amor sea el camino, el planeta Tierra será un santuario.Cuando el amor sea el camino, dejaremos nuestras espadas y escudos, a la orilla del río, porque la guerra solo será un objeto de estudio.
Cuando el amor es el camino, se hace todo el espacio necesario, un gran espacio, para todos los hijos de Dios. Porque cuando el amor es el camino, realmente nos tratamos unos a otros, bueno… como si fuéramos realmente familia.
Cuando el amor es el camino, sabemos que Dios es la fuente de todos nosotros, y que somos hermanos y hermanas, hijos de Dios.
Mis queridos hermanos y hermanas, ese es un cielo nuevo, una tierra nueva, un mundo nuevo, una nueva familia humana. Y dejadme deciros algo, en el Antiguo Testamento, el viejo Salomón estaba en lo cierto:eso es fuego.
Pierre Teilhard de Chardin – y con esto me sentaré, queremos que ya os caséis, el jesuita francés Pierre Teilhard de Chardinfue posiblemente una de las mayores mentes, grandes espíritus del siglo XX. Jesuita, sacerdote católico,científico, académico, un místico.
En algunos de sus escritos, dijo -tanto gracias a su saber científico como teológico, en algunos de sus escritos dijo -como también otros lo hicieron-, que el descubrimiento, invención o aprovechamiento del fuego fue uno de los mayores descubrimientos científicos y tecnológicos de toda la historia de la humanidad.
El fuego hizo posible en gran medida la civilización humana. El fuego hizo posible cocinar comida y proporcionar formas sanas de alimentarnos, lo que redujo la propagación de la enfermedad en su momento. El fuego hizo posible caldear ambientes cálidos y, por lo tanto, hizo posible la migración humana por todo el mundo, incluso a climas más fríos.
El fuego lo hizo posible … No hubiera habido Edad de Bronce sin fuego, ni Edad de Hierro sin fuego, ni Revolución Industrial sin fuego. Los avances del fuego y la tecnología dependen en gran medida de la destreza humana y su capacidad de hacer fuego y usarlo para el bien de la humanidad.
¿Alguien ha llegado hoy aquí en coche? ¿Un automóvil? Asentid si lo habéis hecho -aunque ya sé que ha habido algunos carruajes. Pero aquellos de nosotros que hemos venido en coche, es el fuego -controlado, dominado- el que lo ha hecho posible.
Sé que la Biblia dice -y yo lo creo- que Jesús caminó sobre el agua. Aunque debo deciros que no crucé andando el océano Atlántico para llegar aquí. Es el fuego dominado por el avión el que lo ha hecho posible.
El fuego nos permite enviar mensajes de texto, tuitear, enviar correos electrónicos y usar Instagram, Facebook y ser socialmente disfuncionales entre nosotros. El fuego hace todo eso posible, y De Chardin dijo que el fuego fue uno de los mayores descubrimientos en toda la historia de la humanidad. Y luego continuó diciendo que si la humanidad alguna vez dominara la energía del fuego nuevamente, si la humanidad alguna vez capta la energía del amor, será la segunda vez en la historia que habremos descubierto el fuego.
El Dr. King tenía razón: debemos descubrir el amor-el poder redentor del amor. Y cuando lo hagamos, haremos de este mundo viejo, un mundo nuevo.
Querido hermano, querida hermana, Dios os ama, Dios os bendice, y que Dios nos sostenga a todos en esas manos todopoderosas de amor.