Somos positivos ou negativos?...

Só o amor me faz renascer...
Você é positivo ou negativo?... Os outros o excluem ou incluem?... Essas perguntas mexeram comigo e fizeram que eu avaliasse minha vida. E respondi: nem sempre sou positivo nem negativo!...

As atitudes que tomamos dependem geralmente do nosso sentir ferido e todos sabemos como reagimos espontaneamente, pois o fazemos de uma forma ou de outra...  

Conheço pessoas positivas que usam palavras e gestos inclusivos com todos, mas também já encontrei pessoas profundamente negativas e de mal com a vida... Adorei conviver com os primeiros e sai machucado com os outros...

Queremos ser bons, mas nem sempre o conseguimos, pois também somos fruto de uma genética familiar de bênção ou maldição. O entorno social também entra nessa jogada. A convivência que temos mostra o grau de nossa saúde psíquica. Você já percebeu como os semelhantes se atraem? Atraídos por estar emocionalmente vinculados!

Sem liberdade, sufoco e sem amor não cresço! disse-me alguém um dia. E não esqueci!

Mas, há liberdade absoluta em seres limitados e amores perfeitos nos humanos? Não, não há. Somos muito condicionados! Contudo, a concretização do positivo produz resultados imediatos de primeira grandeza. Verdade e amor, por menores que sejam, humanizam e deixam transparecer o divino escondido. Os gestos gratuitos são sempre epifania do Deus escondido.

Tomar decisões positivas é o objetivo de quem decidiu pautar humanamente a vida.

Suas decisões são sempre positivas? Provavelmente não. Contudo, a limitação experimentada não deve pesar mais do que deve. Como desconstruir essa negatividade aderida? Como romper a corrente familiar de “carmas, feitiços e maldições” que atrapalham o melhor de nós mesmos? Inácio de Loyola fez essa desconstrução quando contava 30 anos de idade, quebrando a repetição negativa de sua história. Será que a liberdade não se conquista antes dos trinta?

A sensibilidade espontânea positiva nos abre e constrói; a negativa, por desgraça, nos encolhe e encobre os nossos horizontes. Somos de uma fragilidade exagerada, sustentada milagrosamente pelo acolhimento e cuidado dos outros. Viver é uma grande ventura!

Uma pergunta: Você consegue concretizar positivamente sua vida?

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