Afirmações surpreendentes sobre o amor em "Amoris Laetitia"... (cf. Bruno Franguelli sj)


1- No amor, os silêncios costumam ser mais eloquentes do que as palavras. (12)

2- Por muito ferida que possa estar uma família, ela pode sempre crescer a partir do amor. (53)

3- Como dizia Santo Inácio de Loyola, «o amor deve ser colocado mais nas obras do que nas palavras». (93)

4- O amor leva-nos a uma apreciação sincera de cada ser humano, reconhecendo o seu direito à felicidade. (96)

5- Quantas vezes os nossos erros ou o olhar critico das pessoas que amamos nos fizeram perder o amor a nós próprios. (107)

6- Faz falta rezar com a própria historia, aceitar-se a si mesmo, saber conviver com as próprias limitações e inclusive perdoar-se, para poder ter esta mesma atitude com os outros.  (107)

7- O amor defende a imagem dos outros e com uma delicadeza tal que leva mesmo a preservar a boa fama dos inimigos. Ao defender a lei divina, é preciso nunca esquecer esta exigência do amor. (102)

8- O amor convive com a imperfeição, desculpa-a e sabe guardar silencio perante os limites do ser amado. (113)

9- Depois do amor que nos une a Deus, o amor conjugal é a «amizade maior». (123)

10- Além disso, o matrimonio é uma amizade que inclui as características próprias da paixão, mas sempre orientada para uma união cada vez mais firme e intensa. Com efeito, «não foi instituído só em ordem à procriação», mas para que o amor mutuo «se exprima convenientemente, aumente e chegue à maturidade». (125)

11- O amor de amizade chama-se «caridade», quando capta e aprecia o «valor sublime» que tem o outro. A beleza – o «valor sublime» do outro, que não coincide com os seus atrativos físicos ou psicológicos - permite-nos saborear o caráter sagrado da pessoa, sem a imperiosa necessidade de a possuir. (127)

12- O ser humano é um vivente desta terra, e tudo o que faz e busca está carregado de paixões. (143)

13- O próprio Deus criou a sexualidade, que é um presente maravilhoso para as suas criaturas. (150)

14- Não podemos, de maneira alguma, entender a dimensão erótica do amor como um mal permitido ou como um peso tolerável para o bem da família, mas como dom de Deus que embeleza o encontro dos esposos. (152)


15- Amar uma pessoa é esperar dela algo indenífivel e imprevisível; e é, ao mesmo tempo, proporcionar-lhe de alguma forma os meios para satisfazer tal expectativa. (322)

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