Corruptos e igrejeiros?


O Ministério Público Federal disse, 12/ABR/2016, que as propinas pagas ao ex-senador Gim Argello (*1967), do PTB-DF, chegaram a mais de R$ 5,3 milhões. O dito senhor acaba de ser preso preventivamente por corrupção.

Além disso, parece que R$ 350 mil foram pagos à Paróquia São Pedro, em Taguatinga, no DF, frequentada por Gim. Se o dinheiro dos corruptos entra nas igrejas católicas, imagina nas pentecostais! Doar dinheiro à Igreja é bom, mas não parte do dinheiro roubado.

É um fato que entre nós, e em todas as esferas do poder (político, econômico e social) a corrupção corre solta. São tantos os escândalos que já perdemos a conta, e a memória esquece. E entre esses corruptos há alguns de tradição religiosa. Roubam e rezam. Como isso é possível, só Deus sabe. Eu me pergunto: Será que não há religião sem corrupção e esta sem aquela?

O não roubarás é um mandamento de antiga tradição judaico-cristã. Estas pessoas que roubam não fazem o que Deus quer, mas o que melhor lhes convém.

Não é possível ser corrupto e igrejeiro. Roubar e ficar com o que é dos outros é uma prática vergonhosa e execrável.

A religião pode tranquilizar a consciência do ladrão, mas o dinheiro sujo macula tudo por onde ele circula.

Jesus já dizia: Não podeis servir a Deus e ao dinheiro! 

E você, o que pensa sobre esse assunto?

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