EIS QUE ESTOU À PORTA E BATO...

Buscar e encontrar-se com Deus..

 



Muitas pessoas tem uma experiência religiosa: por iniciativa própria se aproximam das “coisas” de Deus para tirar delas alguma vantagem. A experiência de Deus é iniciativa de Deus que nos interpela e questiona. Os Exercícios Espirituais (examinar a consciência, meditar, contemplar, orar...) se colocam nessa perspectiva de relacionamento inter-subjetivo (Deus-homem) e não inter-objetivo (homem-coisas); Iniciativa de Deus e resposta da pessoa (ou não!) da pessoa humana.  

 

Santo Inácio pede para preparar-se para iniciar com reverência e devoção o tempo de oração, e para isso propõe um “Roteiro e método de orar”.

 

Lembre o Princípio e Fundamento dos Exercícios Espirituais. “O ser humano é criado e recriado para louvar, reverenciar e servir a Deus Nosso Senhor...” Por Amor, para amar a Deus e às outras pessoas. O amor faz parte da Criação. Esta é nossa vocação primeira; agradeçamos pelo dom da vida.

 

Louvar e bendizer (dizer bem, e não “mal-dizer”, nem fazer o mal); reverenciar (é mais do que ser educado: é admirar e se encantar); e servir (relações fraternas e de respeito...) é a nossa vocação. Acolher e respeitar os outros como eles desejam ser acolhidos e respeitados.

 

Os nomes são importantes. Se desejamos falar com alguém o chamamos pelo seu nome. Deus tem um nome que o identifica e revela seu ser. Dar o próprio nome é dar-se a conhecer e começar, quem sabe, um bom relacionamento. 

 

Deus, no monte Sinai, revelou seu nome a Moisés: Eu Sou Aquele que Sou! Tetragrama (quatro letras!): “Javé”. Este é o nome inefável e santo de Deus.

 

Por respeito à santidade desse nome, o povo de Israel jamais o pronuncia e o substitui por Adonai, Senhor, etc. E significa “Eu Sou Aquele que Sou...” Aquele que sempre estará contigo. Tenhamos o nosso olhar sempre fixo no nome santo de Deus... 



 


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