Nossa Senhora NÃO é co-redentora...


   

Nossa Senhora NÃO é `adorada´, mas venerada na Igreja católica. Maria é mulher, mãe e discípula do seu Filho. Santo Inácio de Loyola gostava de chamá-la de `Nossa Senhora´. A piedade popular, ao longo do tempo, sempre tentou louvá-la com novos e grandes títulos, títulos do amor do povo de Deus, que, no entanto, não tocavam em nada o fato de ser mulher e discípula. Mas, `REDENTOR´ só Jesus! 


São Bernardo dizia que de Maria nunca é bastante o que possamos dizer dela, mas também não podemos inventar coisas que não devemos. Ela é a grande discípula do seu filho, e sempre se definiu como serva do Senhor! Maria é mãe de Jesus e nossa, figura da Igreja, pois o que se diz dela pode ser aplicado também à Igreja.


O título de Maria "co-redentora" não corresponde à verdade, não é bíblico e é um exagero quando usado


quatro dogmas marianos:  Perpétua virgindade2º Mãe de Deus Imaculada Conceição; 4º Assunção ao céu. 


No Concílio Vaticano I (1869-1870), havia quem apoiasse a ideia de um novo dogma. Pio XI (1922-1939) foi o primeiro Papa a falar de Maria co-redentora; João Paulo II fez isso várias vezes, mas todos os Papas rejeitaram a ideia de um novo dogma. No Concílio Vaticano II (1962-1965), alguns bispos também apresentaram esse pedido, mas João XXIII e Paulo VI não o levaram em consideração, por motivos teológicos e ecumênicos.


Recentemente, dois cardeais idosos - o mexicano Juan Sandoval e o indiano Telesphore Toppo- se dirigiram ao Papa Francisco pedindo proclamar Maria como co-redentora. Graças a Deus não foram ouvidos. Nossa Senhora não precisa de novos títulos para ser valorizada.

 



 

 

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