Retiro Quaresmal em Brasília (1)

Caros Amigos! Mais uma vez estamos reunidos para meditarmos a Palavra de Deus e, juntos, crescermos com essa prática. As partilhas do Retiro Quaresmal foram tão ricas que acho que vale a pena reproduzi-las, para meditarmos melhor e sermos ajudados em nossos momentos de oração. Eis um resumo da fala de cada um sobre o Mc 1, 9 –13. Até o próximo! Lylia
·     Jesus também parava para rezar. “Até Jesus parava...” Quaresma é tempo de jejum esmola e oração. Jesus nos convida ao recolhimento. O evangelho de domingo é um chamamento a esse recolhimento. (Lúcia)

·     A importância de servir, acolher e escutar... A importância da disciplina na oração, obediência aos horários determinados... Devemos estar atentos às tentações que a vida coloca à nossa frente... (Ivete)

·     Chamou a atenção para a Oração Preparatória do Retiro Quaresmal, inspirada numa oração de D. Carlo Martini, onde mostra que Jesus rezou todas as horas de sua vida. Senhor, tu sabes que eu não sei orar e, por isso, te pergunto: que preciso fazer para a aprender a rezar nesse Retiro Quaresmal que se inicia? Abrir o coração para Jesus nesse tempo. Jesus nos convida, dá liberdade a cada um. A resposta ao convite é uma decisão nossa. (Christina)

·     Eu vim para os pecadores, disse Jesus... Aceitar as pessoas como elas são, principalmente aceitar as diferenças entre os familiares, daqueles que estão mais perto de nós... O Reino de Deus está próximo. Viver as seis palavras de Jesus ressuscitado: 1. A Paz esteja contigo; 2. Não tenhas medo; 3. Alegrai-vos no Senhor; 4. Ide pelo mundo e anunciai o Evangelho; 5. Eu estarei convosco todos os dias; 6. Voltar a Galiléia e lá encontrar Jesus (Ana)

·     Importância de parar. Muito bom experimentar a proximidade de Deus... Todas as leituras da semana nos convidam a essa parada. Reconhecer a graça de Deus ao nos proporcionar esse “mergulho”: “Quem mergulha mais profundamente consegue ver muito mais”. Deus está sempre presente, eu  é que sou limitada... Quaresma é um convite para que eu ordene a minha vida. Que cada leitura da Palavra de Deus seja nova para nós. Jesus se deixou conduzir ao deserto... deixe-mo-nos, pois conduzir! “A verdade nos libertará(Cleonice)

·     No batismo a gente ganha todas as graças necessárias para a vida. Você só se afasta de Deus se quiser, pois Ele sempre está ao nosso lado. No deserto, as tentações são reais e acontecem conosco todos os dias. A tentação experimentada por quem tem o poder e não usa da forma correta, quando  o perde “despenca”. (M. Cristina)

·     No deserto é quando o coração se abre. Demoro em ser atendida em um pedido, daí algumas tentações, achando que Deus não me ouvia. Entendimento de que precisava passar por um processo de aprendizado e mudança até conseguir a graça. (Malu)

·     Demora em ser atendida e ter a compreensão da necessidade de enfrentar toda essa longa travessia. Talvez não esteja preparada para as graças e não seja merecedora... Mudança interior com o sofrimento. Frase que marcou a semana inicial da quaresma: “Se tu te entregas o dia inteiro aos teus afazeres e não mais encontra espaço para momentos de interiorização, pensas que devo louvar-te por isso? Não. Como poderás ser homem verdadeiro se te encontras perdido em ti mesmo?” São Bernardo Claraval (Lylia)

·     A leitura do Evangelho foi muito próxima com o momento que estou vivendo. Estava no deserto, com muitas dúvidas e problemas: crise de ansiedade, torsão no pé permitiram enxergar o momento com mais clareza e entendimento. Sinto, agora, muito forte a presença de Deus. Os problemas continuam acontecendo, mas os enxergo de outra maneira. (Ane)

·     Nossa vida é uma alternância entre bons e maus momentos... Entender essa realidade é importante para não se deixar levar. Importante quebrar as arestas com a família. Complicado viver nesse mundo, mas a gente tem que deixar o Espírito Santo nos falar. Tive dúvidas na petição. “Será que eu estou pedindo certo?” Se é algo de Deus, quando a gente recebe não perde mais. (Walquíria)

·     Quaresma, momento de reflexão. Deserto é conversão. Rasgar o coração para o que vem de fora. Procurar sentir a presença de Deus. (Marina)

·     É difícil enxergar as maravilhas de Deus, pois estamos presos no nosso egoísmo. Importância de se retirar para o deserto interior... Perceber os pequenos milagres de Deus a  cada instante. Chamou a atenção para dois versículos ‘E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam...’ ‘O tempo está cumprido, e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho. (Darlan)

·     Importância dessa parada para refletirmos. Quando a gente para tem muitas tentações... Algumas vezes não capto o que Jesus quer me dizer, mas quando paro, o percebo claramente. Depois do deserto ficamos mais fortalecidos. (Iolanda)

·     Delicadeza de Jesus em “convidar” as pessoas. ‘E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galiléia, foi batizado por João, no Jordão...’ Jesus é batizado humildemente, se mostrando humano como nós. Nos problemas da vida, a percepção de que Deus sempre esteja junto dando força e coragem. Quando o discípulo está pronto, o Mestre aparece. Estar com o Espírito Santo no deserto, pois com Ele vou discernir as tentações. Passagem marcante: ‘Não nos deixei cair em tentação, mas livrai-nos do mal’. (Cleonice)

·     Há mais de um ano comecei esta caminhada com o Retiro de Advento/2010. Mudança de vida. Muitas tentações, um tempo de deserto, mas os anjos estiveram presentes e ajudaram. Importância da experiência da oração e entrega, pois me ajudam muito. (Lipel)

·     Estes momentos de reflexão e partilha são muito especiais. Toda a oração dá grande consolação. Referência a dimensão do jejum explicitada na meditação de sexta-feira da semana inicial: ‘Acima de tudo , o jejum e a penitência devem expressar-se em atitudes de amor ao próximo em geral’: Reconciliação e o conseqüente perdão a dar; Partilha dos dons e até de bens materiais aos necessitados; Presença amiga e palavra consoladora na hora da dor; Sorriso do “Bom Dia”; Compreensão das diferenças nas relações pessoais. (Marlene)
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