Sou gay e amo um homem que se chama Eduardo...

 O amaranto é minha flor preferida...




Sou gay e o homem que amo se chama Eduardo... Foi assim que o monsenhor disse para os meios de comunicação. Aconteceu hoje, 3/OUT, em Roma, e vésperas do início do Sínodo da Família.

Eduardo Planas é catalão e professor da Generalitat de Catalunya. 

Ele, padre polonês, 43 anos. Seu parceiro, espanhol de ascendência.  Monsenhor, doutor em filosofia e teologia, fala com paixão sobre seu amor homo-afetivo. Seus superiores imediatos ficaram estarrecidos com a revelação, e logo esse homem perdeu seu trabalho na Congregação para a Doutrina da Fé, um organismo do Vaticano.

Se você fosse Monsenhor Krzystof Charamsa e estivesse apaixonado por um homem, o que você faria?


23 comentários:

  1. "esse homem perdeu seu trabalho na Congregação para a Doutrina da Fé, um organismo do Vaticano." Mas ele e Deus sabem o que ganhou com essa revelação.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não ganhou nada com essa revelação.....

      Excluir
  2. Sim varia! Uma lamparina debaixo da cama não ilumina, assim como o amor de Deus por nós não está escondido devemos fazer com que nosso amor Tb ilumine os homens! Esta história ilumina nossos corações?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A história de um Padre que tem caso com um homem não ilumina nada a minha vida...

      Excluir
    2. Vc nem sabe o que é. Luz e de onde vem a luz Divina, hipocrita

      Excluir
  3. Preciso começar dizendo: amo você pelo artigo da revelação do amor homoafetivo do Monsenhor Krzystof Charamsa.
    Horas atrás vi um trecho da pregação do prof. Aquino, canção nova, em que falava sobre a necessidade do cristão não aceitar os novos modelos de família, condenava um homem casado com outro homem que adotava uma criança.
    Apelou para Deus, para a Bíblia para condenar e conclamar os católicos a escreverem para políticos expressando essa condenação. Fiquei indignada com isso. Mas felizmente você publica esse texto. Obrigada!
    Vejo esperança para um cristianismo "cristão" , entende? e não um cristianismo que massacra com aquilo que pessoas julgam ser certo ou errado. Obrigada pela coragem evangélica. (R.C)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Acho q você nunca leu a Bíblia pra dizer essa asneira de cristianismo mais "cristão".A Igreja só diz q algo é bom se Deus disser q isso é bom,mas o q Deus diz q é pecado("Não te deitarás com homem como se fosse mulher,abominação é" Lv18,22) a Igreja também deve dizer q é pecado...Acho q você devia ler mais um pouquinho a Bíblia...

      Excluir
  4. A questão, na minha opinião, é manter o celibato sendo homo ou hetero.

    ResponderExcluir
  5. Deus é amor. O resto é condenação. Espero que, um dia, a igreja compreenda isto, e retire de seus cânones as visões dogmáticas e preconceituosas que claramente contrariam o evangelho.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ser contra o HOMOSSEXUALISMO não é contrariar o Evangelho e sim vivê-lo.....O próprio Cristo diz isso(Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher,
      E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne.
      Marcos 10:7,8) e a própria Bíblia também condena o homossexualismo no Antigo Testamento("Com homem não te deitarás como se fosse mulher,abominação é Lv 18,22) e também no Novo Testamento (A ira de Deus se manifesta do alto do céu contra toda a impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a verdade.
      Porquanto o que se pode conhecer de Deus eles o lêem em si mesmos, pois Deus lho revelou com evidência.
      Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu sempiterno poder e divindade, se tornam visíveis à inteligência, por suas obras; de modo que não se podem escusar.
      Porque, conhecendo a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças. Pelo contrário, extraviaram-se em seus vãos pensamentos, e se lhes obscureceu o coração insensato.
      Pretendendo-se sábios, tornaram-se estultos.
      Mudaram a majestade de Deus incorruptível em representações e figuras de homem corruptível, de aves, quadrúpedes e répteis.
      Por isso, Deus os entregou aos desejos dos seus corações, à imundície, de modo que desonraram entre si os próprios corpos.
      Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!
      Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza.
      Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario.
      Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno.
      São repletos de toda espécie de malícia, perversidade, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade.
      São difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, altivos, inventores de maldades, rebeldes contra os pais.
      São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia.
      Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem.
      Romanos 1:18-32)

      Excluir
  6. Acredito que ele deveria ter deixado o sacerdócio. Mas não podemos julgar, certo?! Este departamento cabe somente a Deus. Acredito que devemos orar por ele e por todos os sacerdotes... (A. M)

    ResponderExcluir
  7. Foi melhor ele ter se mostrado tal qual é do ficar escondido. Mas a Igreja tem o direito de não mais contar com ele para a evangelização já que isso implica em muitas coisas tidas como intocáveis para a Igreja.

    ResponderExcluir
  8. Mas o que está sendo colocado em questão, a opção sexual ou o celibato clerical?! A demissão do cargo ou a renúncia do encargo? (K.T)

    ResponderExcluir
  9. Não sei o que faria no lugar dele. Pelo meu temperamento discreto, jamais daria uma coletiva de imprensa para revelar o fato. Não julgo a intenção ao fazê-lo, pois há muitos anacronismos a serem revistos na Igreja, mas concordo com o Vaticano: cria um fato midiático a pressionar o sínodo que em nada ajuda. Sabemos que a mídia só valoriza o espetáculo.

    ResponderExcluir
  10. Não entendo a necessidade de chamar a imprensa para dizer isso. Nas vésperas do sínodo. Parece tão forçado. E é. Um narcisista sociopata.

    ResponderExcluir
  11. "Liberta quae sera tamem"! A verdade liberta, o amor une as pessoas. A atitude do Monsenhor, um amor que chega à cruz, quantos por conta dos dogmas e votos, vivem amores secretos, às escondidas? A igreja seria muito mais respeitada, valorizada e feliz, se agisse às claras, com naturalidade, e verdade, o mundo contemporâneo exige essa atitude...Estou com eles, se a igreja não pode concordar e aceitar essa afetividade, então, que fique só com sacerdotes amargos, convivendo com os fiéis e nossas crianças, ou voces acham que as crianças não sabem, não percebem e não sentem essas amarguras e falsidades? Me desculpem os conservadores, mas esse é o tempo em que toda verdade virá à tona, queira sim ou não, ou a Igreja se converte e melhore a qualidade de relacionar-se com o mundo, ou, as pessoas, continuarão evadindo, e não adianta dizer, que primam pela qualidade, do que quantidade, porque isso soa falso, e leva à solidão grupal...Prefiro me somar à alegria e ao amor libertador, do que a falsos profetas da solidão e da incompreensão...

    ResponderExcluir
  12. Concordo com a opinião de Samaritana.
    Penso... Só agora a Igreja soube disso? Ele trabalhava desde 2003 no Vaticano... Ninguém notou? Ninguém sabia? Ah!

    ResponderExcluir
  13. Viveria a castidade e a continência, como vivo e para mim não é peso, mas alegria em ofertar esse meu sentimento. Sou feliz e não preciso ter relações homossexuais para ser mais feliz. Deus me preenche em tudo. Ele poderia fazer a adesão pelo celibato. Triste que se viva só pelas forças humanas e se esqueça da graça de Deus. Querem colocar em nós uma mentalidade de animais que não conseguem conter-se e ofertar por amor a Deus!

    ResponderExcluir
  14. Às vezes me pergunto: que tipo de cristãos queremos ser? Um cristao Com Cristo no centro, ou um cristão da boca prá fora. Gente, o amor de Deus não tem raça, nem cor, nem etnia etc....nós é quem fazemos as divisões medíocres e aprisionamos deus conforme nossas crenças. Se formos olhar, a questão da homossexualidade está no cerne da igreja e de qualquer outra denominação. Seria e é uma verdadeira hipocrisia condenar um ato desse, sendo que nos bastidores da igreja ha um gde refúgio de homossexuais. Esses mesmos que oram diante de Deus e condenam os outros, mas eles mesmos vivem mergulhados na mesma lama da promiscuidade afetiva. Chega de condenar!!! Vamos fazer ver Jesus em nossas atitudes que geram vidas. Chega de fundamentalismo religioso. A livre e interpretação por livre e espontânea vontade nos conduz às mais sérias cegueiras.....

    ResponderExcluir
  15. Concordo com Luiz Lima, e creio que também responderia à postagem de Pe.Ramón "Fundadores ou afundadores religiosos?"A igreja como qualquer outra instituição religiosa, tem seu dogma, seus princípios, e forma de conduta, e como toda escola preparatória para uma "profissão" deveria ter na grade curricular, não só a formação teológica, mas testes psicológicos e de aptidão. Se o celibato é uma condição para exercer um sacerdócio,para fazer parte de uma instituição religiosa, o candidato deveria passar por um teste bem rigoroso de aptidão, de vocação, estaria mesmo apto a renunciar aos prazeres que a vida se lhe apresentará? Padres heteros ou homo, não importa, o que importa, é o compromisso de fidelidade que a instituição religiosa requer,o que importa é não possuir desvio comportamental, que acredito que deve passar de uma forma camuflada entre os vocacionados,precisamos gostar, ser competentes no que fazemos, fazer por amor e ser fiel e responsável à instituição... Ter o direito de renunciar sem precisar passar pelo crivo dos julgamentos excessivos, afinal,Jesus mesmo disse: "A verdade liberta"...quando se sentir incapaz de suportar a carga emocional para o auxílio dos fiéis e aos votos feitos,deve ter a responsabilidade de se auto atestar e requerer afastamento. Agora, todos necessitam de apoio psicológico constante, isso é fato...Respeito, seriedade,responsabilidade e amor pelo que faz, só tende a dar certo,isso serve não só para padres, religiosos(as), mas para toda sociedade!

    ResponderExcluir