To be or not to be Bolsonaro corrupto...


O novo presidente do Brasil, o capitão reformado Jair Bolsonaro, aparentemente é o homem da Bíblia. Fez-se batizar nas águas do rio Jordão, e não esconde ser crente. Quando deputado no Congresso, afirmou que o Brasil não era um Estado laico, e sim cristão.

Conhece-se de Bolsonaro sua fé nas armas como antídoto contra a violência no Brasil. Seu gesto preferido é o da mão imitando o disparo de um revólver. Durante sua campanha eleitoral que lhe concedeu 57 milhões de votos, o candidato à presidência da República manifestou três grandes atos de fé pessoal e política: 1. Livrar os brasileiros das garras da violência; 2. Recuperar a economia em crise; 3. Luta sem trégua contra a corrupção política e empresarial.

Como homem da Bíblia, Deus pôs Bolsonaro perante uma prova de fogo com motivo do suposto escândalo de corrupção que atinge seu filho Flávio (*1981).  Algo que lhe deve ter feito recordar o episódio do patriarca Abraão e o sacrifício do seu filho Isaac (Gn 20).

Bolsonaro está sendo posto à prova para sacrificar seu filho Flávio

O que você pensa que o presidente eleito fará? 

2 comentários:

  1. Alex William Cheuen16 de dezembro de 2018 10:33

    Se alguém tem dúvidas sobre a atitude de Bolsonaro caso se confirmem as denúncias sobre seu filho Flavio, leiam, abaixo, a transcrição de um episódio real ocorrido com um ex-presidente militar, e saibam o valor da palavra de um militar honrado e ciente de seus deveres.

    "Em 1966, o presidente General Castello Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, em agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira.

    O presidente General Castello Branco telefonou mandando que seu irmão devolvesse o carro.

    O irmão argumentou que se devolvesse ficaria desmoralizado em seu cargo.
    O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo:

    – Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo agora se você vai preso ou não.”

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