O mistério do túmulo vazio...



Passaram-se 36 anos, quando desapareceu Emanuela Orlandi, uma mocinha graciosa de 16 anos de idade, e cujo pai trabalhava no Vaticano. Detrás deste sumiço, sempre ficou a suspeita, que alguém muito alto na hierarquia da igreja seria o responsável desse desaparecimento. Alguém abusou da mocinha e acabou com o seu paradeiro e a sua vida.

Desde então, o caso de Emanuela Orlandi é um mistério infindável, para a família e para o Vaticano. Para o Vaticano porque as suspeitas giram ao redor dele: Primeiro, foram na Nunciatura da Santa Sé junto do governo italiano. Fizeram escavações no terreno indicado e apenas encontraram alguns ossos seculares que analisados indicavam ser do sexo masculino. Nada de Emanuela.

Veio, então, a suspeita sobre este cemitério teutônico dentro do território do VaticanoBusquem no túmulo do anjo!... dizia uma mensagem sibilina chegada à família dos Orlandi. Pediram as licenças necessárias para levantar o túmulo. Criaram uma comissão técnica para testemunhar a abertura do túmulo do anjo, pertencente à princesa Sofía von Hohenlohe (1673-1743), e aquele outro túmulo próximo, pertencente a outra princesa da Dinamarca: Carlotta Federica de Mecklenburgo (1784-1840).

No dia 11/JUL foi o dia indicado para abrir os túmulos. Presentes o irmão de Emanuela, Pedro, um médico forense, o promotor de justiça, o comandante da guarda do Vaticano, operários especializados para abrir túmulos antigos... E tudo registrado em ata. E quando abriram o túmulo, eis a surpresa. Não encontraram nada. Os túmulos das duas princesas estavam vazios! Nem ossos de Emanuela, nem de Sofia, nem de Carlota... 

E agora começa outra história intrigante e paralela: Onde foram parar os restos mortais das princesas?


    

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