Jogos Olímpicos e pandemia do COVID 19...

 


Após muita pressão, em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou o estado de contaminação como pandemia, o que levou o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciar   o adiamento da 32ª edição do evento para 2021.  

Nesta fase emergencial, os Jogos olímpicos estão sendo realizados, mas parecem ser uma bolha, e mesmo a Vila olímpica está completamente isolada, sem contato com o mundo exterior. Tudo é virtual, menos o relacionamento presencial dos atletas.

 

Apesar de ser em 2021, o nome oficial dos Jogos continuou como Tóquio 2020, já que cada ciclo olímpico dura quatro anos. Mesmo suspenso pela pandemia, a competição representa o fim do ciclo olímpico que resultou no 32º Jogos Olímpicos de verão, subsequente ao Rio 2016. Também pesa o lado comercial, uma vez que não seria viável lançar outra marca, que já era licenciada para venda de produtos e afins.

Manteve-se o nome de Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, por motivos orgacionais e econômicos. A medida mais rígida tomada foi a da ausência total do público. Apenas atletas, comissão técnica e equipe organizadora estão nas arenas e instalações de competição. Os atletas são submetidos a testagem constante, restrição de deslocamento pela cidade, necessidade de distanciamento social e utilização obrigatória de máscaras – com exceção nas competições.

Segundo um jesuíta japonês: Os Jogos sempre foram um forte símbolo de unidade entre as pessoas e de fraternidade entre os povos... Mas, neste ano a pandemia do COVID 19 esvaziou consideravelmente este significado.

 

pequena Igreja Católica japonesa (cerca de 500 mil fiéis japoneses, e outros 600 mil imigrantes, de um total de 128 milhões de habitantes) continua tranquilamente sua vida e seu trabalho pastoral. Atualmente as igrejas católicas não estão fechadas, mas, especialmente na capital Tóquio, elas limitam o número de participantes nas missas dominicais, liturgias e atividades catequéticas. 

 


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