01/JAN: Dia Mundial da Paz: Já não escravos, mas irmãos...

O Papa Francisco denuncia, na sua mensagem para o 48º Dia Mundial da Paz, o “fenômeno abominável” da escravatura e do tráfico de pessoas, apelando ao compromisso de governos, empresas, religiões e sociedade civil. Ainda hoje milhões de pessoas – crianças, homens e mulheres de todas as idades – são privadas da liberdade e constrangidas a viver em condições semelhantes às da escravatura...
O Papa Francisco fala sobre as “múltiplas faces da escravatura”, recordando trabalhadores e trabalhadoras, incluindo menores, “escravizados nos mais diversos setores”; os imigrantes remetidos para a clandestinidade ou para “condições indignas” de vida e trabalho. 
Sim! Penso no «trabalho escravo»”, alerta o Papa, desafiando as empresas a “garantir aos seus empregados condições de trabalho dignas e salários adequados” e a “vigiar para que não tenham lugar, nas cadeias de distribuição, formas de servidão ou tráfico de pessoas humanas”.
Redes de prostituição, casamentos forçados, tráfico e comercialização de órgãos, crianças-soldados, pedintes, recrutamento para produção ou venda de drogas são novas formas de escravidão...
Face à dimensão atual do problema, Francisco propõe um compromisso global de “prevenção, proteção das vítimas e ação judicial contra os responsáveis” pelas formas de escravatura e tráfico humanos.
No início deste mês, o Papa uniu-se a vários líderes religiosos mundiais, no Vaticano, numa declaração comum pela erradicação da escravatura até 2020.
As sociedades humanas conhecem o fenômeno da escravatura “desde tempos imemoriais” e que esta foi formalmente abolida no mundona sequência duma evolução positiva da consciência da humanidade”.
Ninguém é objeto nem mercadoria.  Todas as pessoas estão, por natureza, relacionadas umas com as outras. Só o pecado rompe a fraternidade.
Apoiemos esta iniciativa: Todos somos irmãos e irmãs...

FELIZ ANO NOVO!


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